Tem sido assinalável a capacidade de inserção do Centro na competição internacional, num crescendo contínuo, o que traduz uma boa aptidão na resposta das empresas da nossa Região às exigências dos mercados externos e à globalização das economias.
Para esta posição destaca-se o contributo expressivo de sectores com uma elevada faculdade de criação de valor, nomeadamente os sustentados por um perfil de diferenciação de produto, que, em algumas sub-regiões, assumem uma representatividade considerável.
Enquanto Câmara de Comércio e Indústria é também missão do CEC/CCIC promover a internacionalização das empresas do Centro de Portugal, nomeadamente no que ao apoio às PME respeita.
Num momento em que se assiste a uma instabilidade sem paralelo à escala mundial, em que o sistema financeiro global claudicou de forma impar, em que os mercados externos tradicionalmente compradores dos nossos produtos atravessam crises ainda não superadas, ainda que, assume-se, conjunturalmente, é importante que se estimule à diversificação das parcerias internacionais das nossas empresas.
Alguma das actuais economias emergentes partilham connosco afinidades históricas e culturais que podem traduzir-se numa verdadeira mais valia que importa potenciar.
Angola enquadra-se nesse registo e constitui um dos países com os quais a Câmara de Comércio e Indústria vem estabelecendo parcerias institucionais e empresariais, designadamente ao nível das organizações e missões e contactos bilaterais.
Este país irmão apresenta inúmeras oportunidades de negócio e de investimento para as nossas empresas, através da correcta abordagem e do contacto com os interlocutores adequados.
As riquezas naturais angolanas, o percurso de estabilidade e reconstrução têm atraído a atenção de diferentes nações e grandes grupos empresariais.
As pequenas e médias empresas têm igualmente um leque alargado de nichos de oportunidade nesta dinâmica de crescimento, que pretendemos estimular, numa visão alargada que contempla quer o incremento das exportações das nossas PME para novos mercados, quer a agilização de redes de contactos com as PME, como o Grupo Lena, Visabeira, Martifer, entre outros, consolidadas naquele país, quer ainda numa óptica de captação de investimento para o nosso território.
In revista Indústria, 8 de Outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Três Territórios unidos numa “Eurorregião”
Centro, Alentejo e a Extremadura espanhola uniram-se no passado dia 21 de Setembro, em Vila Velha de Ródão, onde deverão os rios Tejo e Sever convergir e não separar, para subscrever o protocolo de constituição da Euro-ACE (Eurorregião Alentejo-Centro-Extremadura).
Se é certo que a integração europeia e a proximidade geográfica potenciaram também a integração económica, não é menos importante que os agentes empresariais estabeleçam laços de cooperação concreta, assentes em linhas estratégicas comuns, que alavancam as actuais dinâmicas transfronteiriças, capitalizando, como é referido no convénio que institui a Euro-ACE, a longa experiência adquirida.
Agricultura, ambiente, ordenamento, energia, turismo, inovação e desenvolvimento tecnológico constituem algumas das temáticas prioritárias desta nova agenda, com o envolvimento de um leque largado de actores públicos e privados, onde se destaca o elevado empenho da CCDRC – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.
Convergência, num duplo sentido, é o que se impões a estes três territórios, ainda bastante marcados pela interioridade e dicotomia com as regiões mais desenvolvidas da Europa. Convergência, numa aliança virtuosa entre coesão e competitividade, é o que poderá transformar estes mesmos territórios em regiões verdadeiramente europeias.
In Jornais da região Centro, 8 de Outubro de 2009
Se é certo que a integração europeia e a proximidade geográfica potenciaram também a integração económica, não é menos importante que os agentes empresariais estabeleçam laços de cooperação concreta, assentes em linhas estratégicas comuns, que alavancam as actuais dinâmicas transfronteiriças, capitalizando, como é referido no convénio que institui a Euro-ACE, a longa experiência adquirida.
Agricultura, ambiente, ordenamento, energia, turismo, inovação e desenvolvimento tecnológico constituem algumas das temáticas prioritárias desta nova agenda, com o envolvimento de um leque largado de actores públicos e privados, onde se destaca o elevado empenho da CCDRC – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.
Convergência, num duplo sentido, é o que se impões a estes três territórios, ainda bastante marcados pela interioridade e dicotomia com as regiões mais desenvolvidas da Europa. Convergência, numa aliança virtuosa entre coesão e competitividade, é o que poderá transformar estes mesmos territórios em regiões verdadeiramente europeias.
In Jornais da região Centro, 8 de Outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
“Enquanto uns falam, nós fazemos avançar”
O ciclo de duas eleições seguidas está quase no fim, dentro de poucos dias, a 11 de Outubro, escolheremos os responsáveis autárquicos para os próximos quatro anos, uns dias depois será empossada a nova Assembleia da Republica e saberemos se o PS escolhe governar sozinho ou em coligação, esperemos que se siga um período de estabilidade, o País bem precisa.
Mas, na última semana de campanha autárquica, no meio das inúmeras e confusas mensagens que são os outdoors espalhados pela cidade, há um que salta à vista, colocado junto à rotunda do Colégio da Via Sacra, ao cimo da 5 de Outubro.
Com descaramento, o PS exibe um cartaz que diz “ Auto-estrada Viseu Coimbra e comboio, já “, “enquanto uns falam, nós fazemos avançar”.
Enquanto exercício de demagogia, é de uma grande infelicidade, salta à vista pela mentira estampada e pela tentativa de branquear a maior nódoa da governação socialista.
Se for um cartaz de assumpção de culpa, já se pode aceitar.
A auto-estrada Viseu Coimbra foi de facto anunciada com pompa e circunstância, foi dada como adjudicada antes do verão deste ano, assumida nos folhetos de campanha do PS como uma das concretizações do mandato.
Sejam sérios meus Senhores, esta anulação do concurso foi um rude golpe para Viseu, deviam ter vergonha de colocar semelhante mentira num cartaz e no discurso.
Quanto ao comboio, onde está a definição do que Viseu vai ter, onde está a cronologia desta obra? Para já, só a miragem do anúncio do TGV, uma promessa longínqua que nunca cumprirão.
Quando dizem que “uns só falam, nós fazemos avançar”, só podem estar a brincar, nada de estruturante foi feito em Viseu nos últimos quatro anos pela mão do Governo ou do PS.
Quando se referem ao facto de fazerem avançar, estão a referir-se à anulação do concurso da auto estrada Viseu Coimbra, ao enterrar da Grande Área Metropolitana, ao banho maria da Universidade Pública, à reiterada atitude de não honrar os compromissos na construção do Arquivo Distrital, da Construção do Matadouro, da Escola de Ranhados?
Se for a este fazer avançar, estamos conversados, estão a assumir o fazer parar ou adiar.
Também não é sério prometer este mundo e o outro, confundir o que são atribuições do poder central com o poder local; quando dá jeito, é competência do poder central, quando não dá é a autarquia que devia fazer avançar.
Quando assumem no programa a construção do Centro Escolar Viseu Norte e Rio de Loba, não sabem que já estão adjudicados, os edifícios a serem levantados com prazo marcado para a inauguração?
Quando se referem ao fazer avançar, só podem estar a referir-se à obra levada a cabo nestes 20 anos de mandato autárquico do PSD, liderado pelo Dr. Fernando Ruas, o que vimos avançar nestes últimos anos, o Programa Polis, a grande revolução que se está a operar no centro histórico, o investimento no parque escolar, a rede de abastecimento de água a Viseu, com a extraordinária estação do Viso, com o seu inovador sistema de detecção de fugas de água ou baixa de pressão, entre muitas outras coisas, não têm a assinatura do partido socialista.
Afinal de contas, quem se fica só pelas palavras, são os responsáveis socialistas, falam muito alto para apregoar o que não fazem e calam-se quando deviam fazer ouvir a sua voz para reclamar do poder central.
Já levaram o cartão amarelo no Distrito, nas eleições legislativas, estou certo que os viseenses os irão penalizar também no voto autárquico do dia 11 de Outubro.
Afinal Viseu somos todos nós, embora alguns pareçam ter pouca preocupação de se colocarem do lado dos que os elegem.
In Noticias de Viseu, 05 de Outubro de 2009
Mas, na última semana de campanha autárquica, no meio das inúmeras e confusas mensagens que são os outdoors espalhados pela cidade, há um que salta à vista, colocado junto à rotunda do Colégio da Via Sacra, ao cimo da 5 de Outubro.
Com descaramento, o PS exibe um cartaz que diz “ Auto-estrada Viseu Coimbra e comboio, já “, “enquanto uns falam, nós fazemos avançar”.
Enquanto exercício de demagogia, é de uma grande infelicidade, salta à vista pela mentira estampada e pela tentativa de branquear a maior nódoa da governação socialista.
Se for um cartaz de assumpção de culpa, já se pode aceitar.
A auto-estrada Viseu Coimbra foi de facto anunciada com pompa e circunstância, foi dada como adjudicada antes do verão deste ano, assumida nos folhetos de campanha do PS como uma das concretizações do mandato.
Sejam sérios meus Senhores, esta anulação do concurso foi um rude golpe para Viseu, deviam ter vergonha de colocar semelhante mentira num cartaz e no discurso.
Quanto ao comboio, onde está a definição do que Viseu vai ter, onde está a cronologia desta obra? Para já, só a miragem do anúncio do TGV, uma promessa longínqua que nunca cumprirão.
Quando dizem que “uns só falam, nós fazemos avançar”, só podem estar a brincar, nada de estruturante foi feito em Viseu nos últimos quatro anos pela mão do Governo ou do PS.
Quando se referem ao facto de fazerem avançar, estão a referir-se à anulação do concurso da auto estrada Viseu Coimbra, ao enterrar da Grande Área Metropolitana, ao banho maria da Universidade Pública, à reiterada atitude de não honrar os compromissos na construção do Arquivo Distrital, da Construção do Matadouro, da Escola de Ranhados?
Se for a este fazer avançar, estamos conversados, estão a assumir o fazer parar ou adiar.
Também não é sério prometer este mundo e o outro, confundir o que são atribuições do poder central com o poder local; quando dá jeito, é competência do poder central, quando não dá é a autarquia que devia fazer avançar.
Quando assumem no programa a construção do Centro Escolar Viseu Norte e Rio de Loba, não sabem que já estão adjudicados, os edifícios a serem levantados com prazo marcado para a inauguração?
Quando se referem ao fazer avançar, só podem estar a referir-se à obra levada a cabo nestes 20 anos de mandato autárquico do PSD, liderado pelo Dr. Fernando Ruas, o que vimos avançar nestes últimos anos, o Programa Polis, a grande revolução que se está a operar no centro histórico, o investimento no parque escolar, a rede de abastecimento de água a Viseu, com a extraordinária estação do Viso, com o seu inovador sistema de detecção de fugas de água ou baixa de pressão, entre muitas outras coisas, não têm a assinatura do partido socialista.
Afinal de contas, quem se fica só pelas palavras, são os responsáveis socialistas, falam muito alto para apregoar o que não fazem e calam-se quando deviam fazer ouvir a sua voz para reclamar do poder central.
Já levaram o cartão amarelo no Distrito, nas eleições legislativas, estou certo que os viseenses os irão penalizar também no voto autárquico do dia 11 de Outubro.
Afinal Viseu somos todos nós, embora alguns pareçam ter pouca preocupação de se colocarem do lado dos que os elegem.
In Noticias de Viseu, 05 de Outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Um Novo Impulso ao Empreendedorismo
Em prol do Empreendedorismo, o CEC/CCIC, dentro da sua filosofia de actuação em rede e em articulação com a APBA (Associação Portuguesa de Business Angels) e FNABA (Federação Nacional de Associações de Business Angels), constituiu a Centro Business Angels (CBA), com o envolvimento de um conjunto alargado e prestigiado de importantes gestores e empresários da região.
Vocacionada para projectos semente ou start-up, a CBA assumiu-se enquanto uma alavanca de negócios iniciais, seja do ponto de vista financeiro, seja ao nível da transferência de know how em gestão e networking.
Trata-se de uma componente prévia e complementar a outros mecanismos de financiamento, como o capital de risco, que pretende potenciar projectos ou ideias empresariais em fases consideradas menos maduras.
A este Fórum têm sido apresentados diversos projectos, designadamente os oriundos do Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica promovido pelo Conselho Empresarial do Centro em parceria com as Universidades de Aveiro, Beira Interior e Coimbra.
Fruto da menor tradição que os Business Angels têm ainda em Portugal, aquém das performances de países como os Estados Unidos, Reino Unido ou Holanda, esta iniciativa quis traduzir um forte contributo para o clima inovador que se faz sentir no Centro de Portugal.
Não obstante o voluntarismo destas acções, importa ainda um melhor enquadramento legal para as redes nacionais de Business Angels, bem como o estímulo, por parte das políticas públicas, a estes mecanismos de apoio.
É, por isso, com agrado que se olha para o facto de o actual Quadro Comunitário de Apoio (QREN) se mostrar enfim disponível para alavancar também por esta via o apoio ao empreendedorismo e inovação, através da constituição de Fundos de Capital de Risco liderados por Business Angels (BA), através de Empresas Veículo (EV) constituídas por um mínimo de 3 BA.
Esta é uma notícia que os Business Angels esperavam há muito, pela qual se vem lutando há vários anos e que será um incentivo muito forte ao desenvolvimento da actividade de Business Angels em Portugal.
In Jornais da região Centro, 2 de Outubro de 2009
Vocacionada para projectos semente ou start-up, a CBA assumiu-se enquanto uma alavanca de negócios iniciais, seja do ponto de vista financeiro, seja ao nível da transferência de know how em gestão e networking.
Trata-se de uma componente prévia e complementar a outros mecanismos de financiamento, como o capital de risco, que pretende potenciar projectos ou ideias empresariais em fases consideradas menos maduras.
A este Fórum têm sido apresentados diversos projectos, designadamente os oriundos do Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica promovido pelo Conselho Empresarial do Centro em parceria com as Universidades de Aveiro, Beira Interior e Coimbra.
Fruto da menor tradição que os Business Angels têm ainda em Portugal, aquém das performances de países como os Estados Unidos, Reino Unido ou Holanda, esta iniciativa quis traduzir um forte contributo para o clima inovador que se faz sentir no Centro de Portugal.
Não obstante o voluntarismo destas acções, importa ainda um melhor enquadramento legal para as redes nacionais de Business Angels, bem como o estímulo, por parte das políticas públicas, a estes mecanismos de apoio.
É, por isso, com agrado que se olha para o facto de o actual Quadro Comunitário de Apoio (QREN) se mostrar enfim disponível para alavancar também por esta via o apoio ao empreendedorismo e inovação, através da constituição de Fundos de Capital de Risco liderados por Business Angels (BA), através de Empresas Veículo (EV) constituídas por um mínimo de 3 BA.
Esta é uma notícia que os Business Angels esperavam há muito, pela qual se vem lutando há vários anos e que será um incentivo muito forte ao desenvolvimento da actividade de Business Angels em Portugal.
In Jornais da região Centro, 2 de Outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
O Povo decidiu, honrem-se os compromissos
O Povo votou, não com a afluência que se previa, mas não deixou margem para dúvidas, efectuou as suas escolhas.
No que a Viseu diz respeito, o PSD passa a ser o primeiro partido, de uma situação de derrota por 449 votos em 2005, passámos à situação de partido vencedor, com a confortável margem de 5.931 votos.
Os Viseenses quiseram penalizar o Partido Socialista, manifestaram-se contar a inércia dos últimos quatro anos e meio duma forma clara e inequívoca; as mentiras de que se destaca a não concretização auto-estrada Viseu Coimbra foram penalizadas
Com toda a legitimidade, enquanto Deputados da Oposição eleitos, lutaremos para que os compromissos sejam honrados, o nosso fio condutor serão os dez compromissos por nós assumidos no processo eleitoral e exigir do PS que efectue as obras estruturantes de que o Distrito tanto carece.
Exigiremos que o Governo assuma um cronograma quanto à execução da ligação em auto-estrada Viseu Coimbra e Mangualde Canas de Senhorim (IC12), bem como a assumpção, em definitivo, do que se vai fazer com a ligação ferroviária; não esqueceremos outras vias estruturantes como o IC26 que permitiria desencravar o Norte do Distrito.
A questão da Universidade Pública tem que voltar a ser discutida, exigiremos a reabertura do processo, duma forma participada e com o envolvimento dos três estabelecimentos de ensino superior de Viseu, bem como do tecido económico.
Outras obras como o Arquivo Distrital de Viseu, o Matadouro e a Escola de Ranhados terão da nossa parte um acompanhamento diário.
O investimento no Distrito, a dinamização dos Pólos Urbanos e a captação de novos investimentos para Viseu, única forma de combater o flagelo do desemprego, merecerão da nossa parte a maior atenção.
Assumimos que o nosso compromisso é com os viseenses, aqueles que nos elegeram, assim o faremos e exigiremos dos restantes Deputados eleitos o mesmo comportamento, é esta determinação que nos move.
Quanto aos resultados nacionais, o PS perde a maioria absoluta, reduz a sua representação parlamentar em cerca de 30 mandatos, terá que ter uma outra postura, assumir uma atitude mais dialogante e enérgica para resolver os graves problemas que criou no País, agravados pela crise internacional.
Esperamos que não adopte uma atitude titubeante, aliando-se à esquerda, quando quiser legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo e piscando o olho ao PSD ou ao CDS quando se tratar de aprovar leis que apostem no mercado e no desenvolvimento da economia, vamos aguardar pelo evoluir dos acontecimentos.
Quanto ao futuro, o PSD tem que se concentrar agora nas próximas eleições autárquicas, estou certo que os portugueses distinguirão os dois actos eleitorais, teria sido uma economia de meios que se tivessem realizado em simultâneo as duas eleições.
O País precisa de equilíbrios, o PSD terá que consolidar a sua posição de maior partido do poder local, é uma forma de compensar a maioria de esquerda que fica no Parlamento.
Depois da vitória nas autárquicas, há que olhar para dentro do partido, pensando nos sinais que os portugueses nos quiseram dar, é preciso encontrara novas lideranças, novos protagonistas, causas que mobilizem as Pessoas, frontalidade e genica na defesa dos nossos ideais, não se podem perpetuar os que persistem num rumo que não nos conduziu à vitória, numa conjuntura que seria, à partida, favorável.
Para já, unamos esforços para o dia 11 de Outubro para depois, com firmeza e serenidade conseguirmos encontrar novos caminhos para o futuro, mais do que nunca o País precisa de um PSD forte, organizado e que saiba para onde vai.
In Noticias de Viseu, 28 de Setembro de 2009
No que a Viseu diz respeito, o PSD passa a ser o primeiro partido, de uma situação de derrota por 449 votos em 2005, passámos à situação de partido vencedor, com a confortável margem de 5.931 votos.
Os Viseenses quiseram penalizar o Partido Socialista, manifestaram-se contar a inércia dos últimos quatro anos e meio duma forma clara e inequívoca; as mentiras de que se destaca a não concretização auto-estrada Viseu Coimbra foram penalizadas
Com toda a legitimidade, enquanto Deputados da Oposição eleitos, lutaremos para que os compromissos sejam honrados, o nosso fio condutor serão os dez compromissos por nós assumidos no processo eleitoral e exigir do PS que efectue as obras estruturantes de que o Distrito tanto carece.
Exigiremos que o Governo assuma um cronograma quanto à execução da ligação em auto-estrada Viseu Coimbra e Mangualde Canas de Senhorim (IC12), bem como a assumpção, em definitivo, do que se vai fazer com a ligação ferroviária; não esqueceremos outras vias estruturantes como o IC26 que permitiria desencravar o Norte do Distrito.
A questão da Universidade Pública tem que voltar a ser discutida, exigiremos a reabertura do processo, duma forma participada e com o envolvimento dos três estabelecimentos de ensino superior de Viseu, bem como do tecido económico.
Outras obras como o Arquivo Distrital de Viseu, o Matadouro e a Escola de Ranhados terão da nossa parte um acompanhamento diário.
O investimento no Distrito, a dinamização dos Pólos Urbanos e a captação de novos investimentos para Viseu, única forma de combater o flagelo do desemprego, merecerão da nossa parte a maior atenção.
Assumimos que o nosso compromisso é com os viseenses, aqueles que nos elegeram, assim o faremos e exigiremos dos restantes Deputados eleitos o mesmo comportamento, é esta determinação que nos move.
Quanto aos resultados nacionais, o PS perde a maioria absoluta, reduz a sua representação parlamentar em cerca de 30 mandatos, terá que ter uma outra postura, assumir uma atitude mais dialogante e enérgica para resolver os graves problemas que criou no País, agravados pela crise internacional.
Esperamos que não adopte uma atitude titubeante, aliando-se à esquerda, quando quiser legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo e piscando o olho ao PSD ou ao CDS quando se tratar de aprovar leis que apostem no mercado e no desenvolvimento da economia, vamos aguardar pelo evoluir dos acontecimentos.
Quanto ao futuro, o PSD tem que se concentrar agora nas próximas eleições autárquicas, estou certo que os portugueses distinguirão os dois actos eleitorais, teria sido uma economia de meios que se tivessem realizado em simultâneo as duas eleições.
O País precisa de equilíbrios, o PSD terá que consolidar a sua posição de maior partido do poder local, é uma forma de compensar a maioria de esquerda que fica no Parlamento.
Depois da vitória nas autárquicas, há que olhar para dentro do partido, pensando nos sinais que os portugueses nos quiseram dar, é preciso encontrara novas lideranças, novos protagonistas, causas que mobilizem as Pessoas, frontalidade e genica na defesa dos nossos ideais, não se podem perpetuar os que persistem num rumo que não nos conduziu à vitória, numa conjuntura que seria, à partida, favorável.
Para já, unamos esforços para o dia 11 de Outubro para depois, com firmeza e serenidade conseguirmos encontrar novos caminhos para o futuro, mais do que nunca o País precisa de um PSD forte, organizado e que saiba para onde vai.
In Noticias de Viseu, 28 de Setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Compromisso com os Viseenses, Desenvolver para Crescer
Estou a escrever este artigo no início de uma campanha eleitoral para a Assembleia da República, onde sou candidato pelo PSD, seria estranho que não abordasse este tema nesta semana.
O que motiva um cidadão para a intervenção cívica, como é o caso da politica e das múltiplas actividades que desenvolvi nos últimos anos, só pode ser o amor à sua Terra, a convicção das suas ideias e o sentir que é possível continuar a fazer mais e melhor, em suma, dar o contributo activo para que os nós e os nossos filhos possamos viver melhor no futuro.
Na base deste principio, que sempre me norteou, sempre assumi como primeira fidelidade os eleitores que me elegem, apesar de me candidatar pela sigla do Partido a que sempre pertenci, sempre coloquei na primeira linha a defesa do Distrito e das suas populações, em primeiro lugar, depois a Região Centro e, obviamente o País do qual fazemos parte integrante.
Sempre ouviram a minha voz critica quando vejo outros responsáveis a colocarem o interesse do partido à frente do Distrito, ficando mudos a afrontas enormes que sofremos.
No que a esta legislatura diz respeito começamos mal, quando logo no debate do programa de governo o Primeiro Ministro, numa resposta a uma pergunta por mim colocada, dizia que não haveria qualquer Universidade Pública criada em Viseu nesta legislatura e termina ainda pior, com a anulação do concurso da auto estrada Viseu Coimbra, assunto que mereceu a minha atenção na semana passada, pelo que me abstenho de tecer mais comentários.
Com o início de um nova legislatura, bom seria que todos os candidatos assumissem os seus compromissos com frontalidade, pela minha parte discuti com os meus colegas de candidatura e assumimos dez compromissos.
1. Centrada no lema Desenvolver para Crescer, criar uma rede de Desenvolvimento que a todos una e apoiar a livre iniciativa, as micro, pequenas e médias empresas, o desenvolvimento empresarial e a captação do investimento, como forma de criar riqueza e promover o emprego;
2. O desenvolvimento sustentável é o nosso objectivo, numa região com qualidade de vida e que aposta nas energias renováveis e promove o empreendedorismo em novas áreas de negócio com futuro;
3. Travar a desertificação crescente das zonas rurais, valorizando a agricultura, apostando na fileira florestal, apoiando os jovens agricultores e construindo a Barragem da Nave para o regadio dos pomares, aumentando a produção e a qualidade;
4. Criar uma rede de solidariedade social que envolva o Estado e os Privados, para promover uma sociedade mais justa e inclusiva, dando uma especial atenção à instalação de unidades de cuidados continuados que cubram adequadamente o Distrito;
5. Criar uma rede de ensino que a todos envolva, pré-escolar, básico e secundário bem como a promoção do Ensino Superior existentes, rumo à Universidade Pública de Viseu da qual não desistimos;
6. A saúde é um dos bens mais preciosos de todos, a nossa rede distrital de saúde tem que ser eficaz, ter qualidade e estar próxima dos cidadãos; os Hospitais de Tondela, Lamego (pugnaremos pela sua conclusão dentro do prazo) e S. Teotónio (com a abertura de uma unidade de radioterapia que potencie o serviço de oncologia) são a base desta rede, que deverá proporcionar melhores serviços nas áreas da fisioterapia, imagiologia e cuidados paliativos, com diversificação de oferta e abertura de novos contratos.
7. Queremos promover uma ligação estreita entre as diferentes instituições culturais do Distrito, assumimos o apoio a esta rede e a construção do Arquivo Distrital de Viseu;
8. No domínio das acessibilidades, a prioridade vai para as ligações em auto-estrada entre Viseu – Coimbra e Mangualde – Canas de Senhorim recuperando o atraso de quatro anos e meio;
9. Desencravar o Norte do Distrito, com destaque para a elaboração do projecto do IC26, que ligará a A24 à A25 (Lamego, Tarouca, Moimenta da Beira, Sernancelhe e Trancoso) e para a melhoria da ligação dos outros Concelhos a esta via estruturante;
10. A ligação ferroviária de Viseu tem que ser definida duma vez por todas, é preciso estabilizar o modelo e promover a sua construção, ligando Viseu a Aveiro e promovendo a ligação a Espanha.
Na Oposição ou no Governo, podem pedir-me sempre responsabilidades por estes compromissos.
Falar Verdade impõe-se, mudar de rumo também, esperamos merecer a sua confiança.
In Noticias de Viseu, 14 de Setembro de 2009
O que motiva um cidadão para a intervenção cívica, como é o caso da politica e das múltiplas actividades que desenvolvi nos últimos anos, só pode ser o amor à sua Terra, a convicção das suas ideias e o sentir que é possível continuar a fazer mais e melhor, em suma, dar o contributo activo para que os nós e os nossos filhos possamos viver melhor no futuro.
Na base deste principio, que sempre me norteou, sempre assumi como primeira fidelidade os eleitores que me elegem, apesar de me candidatar pela sigla do Partido a que sempre pertenci, sempre coloquei na primeira linha a defesa do Distrito e das suas populações, em primeiro lugar, depois a Região Centro e, obviamente o País do qual fazemos parte integrante.
Sempre ouviram a minha voz critica quando vejo outros responsáveis a colocarem o interesse do partido à frente do Distrito, ficando mudos a afrontas enormes que sofremos.
No que a esta legislatura diz respeito começamos mal, quando logo no debate do programa de governo o Primeiro Ministro, numa resposta a uma pergunta por mim colocada, dizia que não haveria qualquer Universidade Pública criada em Viseu nesta legislatura e termina ainda pior, com a anulação do concurso da auto estrada Viseu Coimbra, assunto que mereceu a minha atenção na semana passada, pelo que me abstenho de tecer mais comentários.
Com o início de um nova legislatura, bom seria que todos os candidatos assumissem os seus compromissos com frontalidade, pela minha parte discuti com os meus colegas de candidatura e assumimos dez compromissos.
1. Centrada no lema Desenvolver para Crescer, criar uma rede de Desenvolvimento que a todos una e apoiar a livre iniciativa, as micro, pequenas e médias empresas, o desenvolvimento empresarial e a captação do investimento, como forma de criar riqueza e promover o emprego;
2. O desenvolvimento sustentável é o nosso objectivo, numa região com qualidade de vida e que aposta nas energias renováveis e promove o empreendedorismo em novas áreas de negócio com futuro;
3. Travar a desertificação crescente das zonas rurais, valorizando a agricultura, apostando na fileira florestal, apoiando os jovens agricultores e construindo a Barragem da Nave para o regadio dos pomares, aumentando a produção e a qualidade;
4. Criar uma rede de solidariedade social que envolva o Estado e os Privados, para promover uma sociedade mais justa e inclusiva, dando uma especial atenção à instalação de unidades de cuidados continuados que cubram adequadamente o Distrito;
5. Criar uma rede de ensino que a todos envolva, pré-escolar, básico e secundário bem como a promoção do Ensino Superior existentes, rumo à Universidade Pública de Viseu da qual não desistimos;
6. A saúde é um dos bens mais preciosos de todos, a nossa rede distrital de saúde tem que ser eficaz, ter qualidade e estar próxima dos cidadãos; os Hospitais de Tondela, Lamego (pugnaremos pela sua conclusão dentro do prazo) e S. Teotónio (com a abertura de uma unidade de radioterapia que potencie o serviço de oncologia) são a base desta rede, que deverá proporcionar melhores serviços nas áreas da fisioterapia, imagiologia e cuidados paliativos, com diversificação de oferta e abertura de novos contratos.
7. Queremos promover uma ligação estreita entre as diferentes instituições culturais do Distrito, assumimos o apoio a esta rede e a construção do Arquivo Distrital de Viseu;
8. No domínio das acessibilidades, a prioridade vai para as ligações em auto-estrada entre Viseu – Coimbra e Mangualde – Canas de Senhorim recuperando o atraso de quatro anos e meio;
9. Desencravar o Norte do Distrito, com destaque para a elaboração do projecto do IC26, que ligará a A24 à A25 (Lamego, Tarouca, Moimenta da Beira, Sernancelhe e Trancoso) e para a melhoria da ligação dos outros Concelhos a esta via estruturante;
10. A ligação ferroviária de Viseu tem que ser definida duma vez por todas, é preciso estabilizar o modelo e promover a sua construção, ligando Viseu a Aveiro e promovendo a ligação a Espanha.
Na Oposição ou no Governo, podem pedir-me sempre responsabilidades por estes compromissos.
Falar Verdade impõe-se, mudar de rumo também, esperamos merecer a sua confiança.
In Noticias de Viseu, 14 de Setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Auto-estrada Viseu Coimbra, Mentira Socialista
A paciência tem limites e quando a areia que nos lançam para os olhos é às carradas, não tem o efeito de nos cegar mas de nos fazer ver melhor a verdade e distinguir o trigo do joio.
O que esperávamos do Partido Socialista é que se revoltasse contra o Primeiro-ministro de Portugal, que mentiu aos viseenses, por três vezes anunciou a Auto-estrada Viseu Coimbra, prometeu que a viria adjudicar até Junho de 2009.
Quem prometeu isto foi o PS, não fomos nós, quem mentiu foi o PS, não fomos nós, porque se procura agora virar o bico ao prego?
Como se pode admitir, com um mínimo de decência politica, que se venha dizer que o PSD riscou a auto-estrada do mapa, quando quem não a adjudicou foi o PS, afinal de contas quem é governo e foi durante os últimos quatro anos e meio?
Não conhecemos as razões que levaram a Comissão de Avaliação a chumbar o projecto, apenas sabemos que o orçamento era mais do dobro do que estava previsto.
Também sabemos que o concurso auto estradas do Centro foi lançado para a auto-estrada Viseu Coimbra, Mangualde Canas de Senhorim e para mais umas quantas, numa amálgama de concessões que só veio complicar o que era simples.
O Presidente da Federação Distrital do PS veio dizer que a decisão é politica, que o parecer vale o que vale.
Se assim é, porque é que o Governo não desanexa estas ligações e as adjudica cumprindo o que prometeu?
Terá o Eng.º. José Sócrates o descaramento de vir a Viseu sem cumprir a promessa da adjudicação desta importante infra-estrutura?
Se cumprir o que prometeu tem o nosso aplauso, se não o fizer, podem ter uma certeza, o futuro Governo, seja de cor for, terá que me ouvir sobre este tema, estarei sempre na primeira linha da defesa desta fundamental ligação, a minha primeira fidelidade é para aqueles que nos elegem.
Gostava de ver os Deputados Socialistas com a mesma postura, fazerem ouvir a sua voz pela promessa que o Eng.º. José Sócrates não cumpriu.
Ao invés, há cerca de um mês veio o Presidente da Federação Distrital “preparar” o caminho dizendo que a pressão do PSD poderia fazer com que a auto-estrada não avançasse.
Afinal é o parecer que não aconselha a adjudicação e manda outro dizer que é o PSD a riscar esta estrada do mapa.
Haja decência por favor, se estão de acordo com a auto-estrada Viseu Coimbra, como penso se passará com a esmagadora maioria dos viseenses, assumam-no e exijam ao Primeiro-ministro de Portugal que cumpra a promessa fazendo a adjudicação que prometeu para Junho.
Não façam deste um facto consumado desatando a acelerar como se nada se tivesse passado.
Senhores responsáveis do PS, o que se passou é que V. Exªs. não cumpriram mais uma das promessas estruturantes para o Distrito, o Primeiro-ministro veio três vezes ao Distrito fazer politica com esta obra e, com toda a certeza terá o mesmo descaramento que Vocês têm de sacudir a água do capote como se não tivessem responsabilidade nenhuma.
O Programa do PSD diz que irá reavaliar as obras públicas, e bem, só que não põe em causa o que é estruturante, como a ligação Viseu a Coimbra.
E, se por alguma situação remota o não assumisse, vos garanto que a minha voz e a dos restantes Deputados eleitos pelo Distrito não se calaria, como acontece com a vossa.
A bem do Distrito, não se procurem desculpas, assumam-se as responsabilidades.
In Noticias de Viseu, 07 de Setembro de 2009
O que esperávamos do Partido Socialista é que se revoltasse contra o Primeiro-ministro de Portugal, que mentiu aos viseenses, por três vezes anunciou a Auto-estrada Viseu Coimbra, prometeu que a viria adjudicar até Junho de 2009.
Quem prometeu isto foi o PS, não fomos nós, quem mentiu foi o PS, não fomos nós, porque se procura agora virar o bico ao prego?
Como se pode admitir, com um mínimo de decência politica, que se venha dizer que o PSD riscou a auto-estrada do mapa, quando quem não a adjudicou foi o PS, afinal de contas quem é governo e foi durante os últimos quatro anos e meio?
Não conhecemos as razões que levaram a Comissão de Avaliação a chumbar o projecto, apenas sabemos que o orçamento era mais do dobro do que estava previsto.
Também sabemos que o concurso auto estradas do Centro foi lançado para a auto-estrada Viseu Coimbra, Mangualde Canas de Senhorim e para mais umas quantas, numa amálgama de concessões que só veio complicar o que era simples.
O Presidente da Federação Distrital do PS veio dizer que a decisão é politica, que o parecer vale o que vale.
Se assim é, porque é que o Governo não desanexa estas ligações e as adjudica cumprindo o que prometeu?
Terá o Eng.º. José Sócrates o descaramento de vir a Viseu sem cumprir a promessa da adjudicação desta importante infra-estrutura?
Se cumprir o que prometeu tem o nosso aplauso, se não o fizer, podem ter uma certeza, o futuro Governo, seja de cor for, terá que me ouvir sobre este tema, estarei sempre na primeira linha da defesa desta fundamental ligação, a minha primeira fidelidade é para aqueles que nos elegem.
Gostava de ver os Deputados Socialistas com a mesma postura, fazerem ouvir a sua voz pela promessa que o Eng.º. José Sócrates não cumpriu.
Ao invés, há cerca de um mês veio o Presidente da Federação Distrital “preparar” o caminho dizendo que a pressão do PSD poderia fazer com que a auto-estrada não avançasse.
Afinal é o parecer que não aconselha a adjudicação e manda outro dizer que é o PSD a riscar esta estrada do mapa.
Haja decência por favor, se estão de acordo com a auto-estrada Viseu Coimbra, como penso se passará com a esmagadora maioria dos viseenses, assumam-no e exijam ao Primeiro-ministro de Portugal que cumpra a promessa fazendo a adjudicação que prometeu para Junho.
Não façam deste um facto consumado desatando a acelerar como se nada se tivesse passado.
Senhores responsáveis do PS, o que se passou é que V. Exªs. não cumpriram mais uma das promessas estruturantes para o Distrito, o Primeiro-ministro veio três vezes ao Distrito fazer politica com esta obra e, com toda a certeza terá o mesmo descaramento que Vocês têm de sacudir a água do capote como se não tivessem responsabilidade nenhuma.
O Programa do PSD diz que irá reavaliar as obras públicas, e bem, só que não põe em causa o que é estruturante, como a ligação Viseu a Coimbra.
E, se por alguma situação remota o não assumisse, vos garanto que a minha voz e a dos restantes Deputados eleitos pelo Distrito não se calaria, como acontece com a vossa.
A bem do Distrito, não se procurem desculpas, assumam-se as responsabilidades.
In Noticias de Viseu, 07 de Setembro de 2009
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