Almeida Henriques

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Apresentação à imprensa da Lista de Candidatos do PSD pelo Circulo Eleitoral de Viseu à Assembleia da República

Nesta sessão de Apresentação da Lista de Candidatos de Viseu do PSD à Assembleia da República que tenho a honra de encabeçar, quero antes de mais manifestar o orgulho que tenho de liderar uma equipa de pessoas com provas dadas no trabalho parlamentar, reforçada por muitas caras novas, com vidas profissionais para além da política, ao contrário de alguns dos nossos adversários de que só conhecemos o percurso no aparelho do partido.
Agradecer ao Dr. Fernando Ruas a sua disponibilidade para ser o nosso Mandatário de Honra, é hoje o mais ilustre viseense, temos um enorme orgulho no seu percurso e na obra que tem feito no município de Viseu e na Associação Nacional de Municipios Portugueses.
Qualquer Governo, antes de tomar posse, devia fazer um estágio em Viseu para verificar como se pode fazer obra com rigor, sem o desperdício da Parque Escolar, pagar a horas aos fornecedores e ter uma gestão rigorosa, a autarquia de Viseu é hoje apontada como um case study a nível nacional e internacional.
É o seu exemplo que queremos seguir.
Uma palavra de agradecimento ao Prof. José Ernesto, amigo de longa data, o nosso Mandatário Legal, um militante exemplar, um autarca de mão cheia, um empreendedor.
Um agradecimento à Comissão Politica Distrital do PSD, na Pessoa do meu amigo também de longa data, Dr. Mota Faria, pela confiança que nos dão para nos apresentarmos aos cidadãos do Distrito como candidatos em nome do PSD.
Uma palavra a todos os Senhores Presidentes de Câmara do PSD e aos Presidentes das diferentes Secções do Distrito, aos jovens da JSD, aos trabalhadores dos TSD, a todos os militantes, simpatizantes e apoiantes, um agradecimento por antecipação, sabemos que vão estar empenhados neste projecto de mudança, que o País precisa.
Antes de desenvolver qualquer outra ideia, há um compromisso de honra que queremos selar com os Viseenses
Como Deputados eleitos por Viseu, estaremos sempre ao lado do Distrito, mesmo que tenhamos de exprimir opinião diversa do nosso partido no Governo.
É a única promessa que nos ouvirão fazer, lutar pelo desenvolvimento do distrito, criticar se isso for necessário, qualquer decisão que seja tomada contra nós.
Este compromisso contrasta desde já com a actuação do Partido Socialista que, ao longo de seis anos, sempre acenou com a cabeça, quando estavam em causa os nossos interesses mais legítimos.
Optou sempre pela disciplina partidária, contra os interesses de Viseu.
Relembro aqui quatro situações.
O encerramento da 2ª. Repartição de Finanças de Viseu.
Apesar de duas resoluções da Assembleia da República aprovadas, uma da nossa iniciativa, encerrou mesmo, com a conivência dos socialistas, com graves prejuízos para as populações, como se comprova com os tempos de espera que obrigam as pessoas a irem guardar vez às oito da manhã.
A falta de convenção no domínio da fisioterapia.
Aqueles que sofrem com a ausência de convenções no domínio da medicina física e reabilitação, vulgarmente conhecida por fisioterapia, continuam a penar, esperando pela requisição que os leve a 100 kms de distância para fazer o tão almejado tratamento.
Ao longo de seis anos tivemos a insensibilidade dos socialistas para este problema, agora vêm apressadamente prometer que irão resolver o problema.
A atribuição de direitos aos ex trabalhadores da ENU.
Uma luta que liderei na Assembleia da República, duas vezes negada pelo Partido Socialista quando tinha maioria absoluta, finalmente aprovada nesta legislatura.
Convém aqui recordar que o candidato do PS, na altura na oposição, chegou a dizer a estes nossos conterrâneos que era um dever do País reparar esta injustiça; depois de eleito, com maioria absoluta no Parlamento ou depois no Governo Civil, nunca apoiou esta luta justa.
A trapalhada que foi, ao longo destes seis anos, a não concretização da auto-estrada Viseu Coimbra.
Todos nos passaram à frente.
Afinal de contas única coisa que os Viseenses querem é a construção de 80 kms de auto-estrada, com pagamento de portagem e a manutenção do IP3 como alternativa.
Nunca pedimos que juntassem a esta estrada uma série de outras, transformando 80 kms em 400 kms, obviamente que tinha de ser chumbada pelo Tribunal de Contas, seis anos perdidos, continuamos sem auto-estrada, mesmo Bragança que começou muito mais tarde já a tem em construção, nós continuamos a perseguir uma miragem.
Agora, com total desplante, vêm os nossos adversários dizer que não é possível fazer num ano e meio o que se propuseram para uma legislatura e voltam a prometer esta estrada!
É preciso não ter vergonha nenhuma!
Então e os seis anos de exercício ininterrupto de poder?
E os anos de Governo com António Guterres?
Em 15 anos, o PS foi poder durante 12 anos e meio, não tiveram tempo para fazer esta obra estruturante ou outras a que se comprometeram?
O desplante vai mesmo ao ponto de procurarem alijar responsabilidades atribuindo culpas ao PSD, nesta matéria, bem como na introdução de portagens na A25 e A24.
Em bom rigor, nada do que era estruturante para Viseu foi concretizado e mesmo promessas como a não introdução de portagens, a bandeira do PS da última campanha, não foram cumpridas.
Em matéria de acessibilidades, continuamos sem qualquer perspectiva de resolução da construção da auto- estrada Viseu Coimbra, do IC12 entre Mangualde e Canas de Senhorim, do IC26 que desencravaria o Norte do Distrito, do IC37 que ligaria Viseu a Nelas e à Serra da Estrela, da ligação em condições ao Sátão, entre muitas outras ambições.
Também no domínio das acessibilidades, continuamos sem o tão desejado comboio, o PS acenou-nos com a miragem do TGV, iludindo os viseenses.
Em termos práticos, nem ligação à linha da Beira Alta, nem construção do troço entre Aveiro e Viseu com ligação posterior à linha da Beira Alta.
Prometeu o impossível para não concretizar nada.
Acordos já com muitos anos não foram honrados, que o diga o Dr. Fernando Ruas, com as três Unidades de Saúde Familiar, com a Escola de Ranhados, com o Arquivo Distrital, até já nos cansamos de falar sempre dos mesmos assuntos.
Mesmo em situações que se iniciaram, como o Hospital de Lamego, uma obra de 42 milhões de euros, verifica-se que não corresponde aos anseios das populações.
Com a arrogância habitual, tudo se faz sem falar com os que estão no terreno, autarcas, médicos, enfermeiros, gente que sabe do assunto.
No Hospital de Lamego como no de Tondela, este governo quer reduzi-los a Unidades de Cuidados Continuados.
Estamos a falar de seis anos de oportunidades perdidas.
Em conclusão, quem não cumpriu nenhum dos compromissos com o Distrito nestes seis anos, não tem legitimidade moral para fazer promessas.
O segundo compromisso é de que não instrumentalizaremos a máquina do Estado colocando-a ao serviço dos interesses partidários.
As diferentes instituições do Distrito que actuam no domínio social, do desporto ou do desenvolvimento serão tratadas em pé de igualdade, em função do mérito dos seus projectos, não pela cor dos seus dirigentes.
O desenvolvimento do nosso Distrito tem que resultar duma boa interacção entre todos os autarcas, os empresários, as instituições que actuam no domínio social, as que promovem o desenvolvimento económico, todas têm que ser parte da estratégia, não podem existir filhos e enteados.
A marca do PS no Distrito é a ausência de estratégia e de concretizações ao longo de seis anos.
A marca no País é o desemprego, que ultrapassa hoje as 620.000 pessoas a que se somam os que já desistiram de procurar emprego e os inúmeros compatriotas que têm de emigrar por não terem oportunidades no País, é bem notório no Distrito de Viseu.
Afinal de contas, os 150.000 postos de trabalho prometidos foram transformados em mais 200.000 novos desempregados.
As previsões mais recentes, no plano de ajuda, apontam para uma taxa de desemprego de 13% em 2013.
Em seis anos de governação, o PS fez crescer de 80.000 milhões de euros para 160.000 milhões o endividamento do Estado, quase o mesmo valor de que precisamos agora ao nível da ajuda externa.
Em todos os momentos procurou iludir os portugueses, com um discurso bipolar, à segunda-feira a crise não nos ia afectar para à terça-feira nos pedir mais sacrifícios.
Com a apresentação do PEC IV, numa operação de desculpabilização bem montada, afrontou as instituições democráticas e da sociedade, no dia em que afirmava na Assembleia da República que não iriam ser necessários mais sacrifícios dos Portugueses, estava a negociar há três semanas um pacote lesivo para as famílias e para as empresas.
Ao longo do tempo sempre mascarou a situação, desorçamentou e manipulou contabilisticamente as contas do Estado, conduzindo o País ao limiar da bancarrota e ao pedido de ajuda externa.
Mesmo quando anunciou o acordo com as instituições internacionais fê-lo duma forma pouco séria, enunciando só o que não iria acontecer, procurando esconder mais uma vez a verdade.
Ainda hoje de manhã o Ministro das Finanças apresentava os contornos deste acordo dizendo que era um programa que não trazia boa notícias, mas que é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada.
Há muito que o PSD vinha alertando para a necessidade da Reforma do Estado.
É preciso cortar gorduras na máquina do Estado e no sector empresarial do Estado, para se poder apostar mais no Estado Social.
É preciso uma nova atitude na forma como se gere o dinheiro público, o exemplo tem que vir de cima, como tem dito o Presidente do PSD, começar por um governo pequeno e eficaz, com 10 Ministros e 25 Secretários de Estado, envolver todos os portugueses no esforço de combate ao desperdício.
Mas acima de tudo, é preciso criar mais riqueza, só com uma aposta séria nas exportações e nas empresas que produzem bens e serviços transaccionáveis será possível honrar os nossos compromissos e criar postos de trabalho.
Só uma aposta séria na substituição de produtos importados por produção nacional, com o contributo decisivo dos produtos agrícolas e da concentração de esforços na agricultura, poderemos equilibrar as nossas contas.
Portugal só exporta 32% do que produz, a média da União Europeia anda na ordem dos 40%, é preciso fazer um grande esforço para que os meios de financiamento às empresas exportadoras não falte, que o investimento que cria riqueza não seja inviabilizado por falta de financiamento.
Só o PSD está em condições de criar uma nova dinâmica no País que nos tire da difícil situação em que nos deixou a desastrosa governação socialista dos últimos seis anos.
Este é um governo sem credibilidade, um Primeiro-ministro em quem não se pode confiar, está na hora de mudar de governo.
O que o PS tem para oferecer é a mesma liderança, com a mesma equipa e o mesmo projecto, os resultados estão à vista, só poderão piorar.
O PSD é esperança e confiança no futuro, uma nova liderança, novas ideias para viabilizar o nosso País, com quase 900 anos de história, com uma equipa nova.
Portugal está cansado da mentira e da crispação, precisa de um líder preparado, que fale verdade, com estratégia, disposto a enfrentar os problemas sem cosmética.
Portugal precisa de um Governo estável, só existem duas possibilidades, um governo chefiado pelo Eng.º. Sócrates, já esgotado ou uma nova dinâmica liderada pelo Dr. Pedro Passos Coelho, que leve outra vez o País para os trilhos do crescimento que crie emprego e dê esperança aos jovens.
O nosso Distrito tem que dar um forte contributo para a vitória que queremos, para a mudança que precisamos.
É fundamental que o PSD reforce a sua representatividade no Parlamento, elegendo pelo menos mais um Deputado, é o objectivo a que nos propomos.
Para além do compromisso assumido de estarmos sempre do lado do Distrito e da despartidarização da máquina do Estado, colocaremos as Pessoas no centro do nosso projecto e a criação de valor como o nosso principal desígnio.
As Pessoas que mais precisam têm que contar com a solidariedade de todos e do Estado.
Ter um melhor acesso à saúde, à justiça, à educação, criar oportunidades para os nossos jovens e uma atenção especial aos mais velhos, serão sempre prioridades para nós.
Colocar o enfoque no apoio às empresas e na captação de investimentos que criem postos de trabalho e fixem as Pessoas, combatendo a desertificação, é também a nossa prioridade.
Este apoio terá que ser efectivo, acarinhando as empresas que estão cá localizadas, resultado de investidores locais ou externos, nacionais ou estrangeiros, estimulando-os a que continuem a efectuar novos investimentos.
Trabalhar no sentido de captar novos investimentos que nos permitam dar novas oportunidades aos jovens, estancando o novo fluxo de emigração e aproveitando os muitos talentos e competências que temos.
Dar uma especial atenção a uma politica virada para as cidades e vilas do nosso Distrito, repovoando-as e dinamizando o comércio de proximidade, esta importante forma de comércio tem que aprofundar as suas especificidades e assumir-se como alternativa ao pulular das grandes superfícies e centros comerciais.
Colocar a agricultura no centro das nossas prioridades, é preciso potenciar o nosso vinho, seja do Dão, do Douro, do Porto ou de Távora Varosa.
Apostar nos outros produtos endógenos como o queijo, ou a maçã de bravo de Esmolfe de Penalva do Castelo ou de Armamar, ou as cerejas de Resende ou a castanha de Sernancelhe, para não ser exaustivo.
Apoiar os agricultores e a actividade do sector primário, permitirá criar mais riqueza para estes nossos conterrâneos, contribuir para o equilíbrio do nosso País, substituir produtos importados por produção nacional, levar a que muitas das terras que hoje estão ao abandono possam ser de novo trabalhadas por quem tenha projectos nesse sentido.
Ainda na terça-feira, na visita a Lamego, assumimos como prioridade para o Norte do Distrito uma Agenda para o Douro que potencie a agricultura e o turismo, que envolva os diferentes parceiros e agentes.
Também nesta visita sugerimos a criação de uma Bolsa de Terras, não está em causa a propriedade da terra, mas quem esteja em melhores condições de criar riqueza com ela, obviamente numa lógica voluntária e sem colocar em causa a propriedade.
No domínio do ensino superior, conscientes da evolução dos tempos e dos constrangimentos do País, não desistiremos de encontrar uma nova dinâmica para a nossa Região, aprofundaremos o modelo que foi liderado pelo Prof. Veiga Simão.
Colocaremos toda a nossa criatividade e empenho no encontrar das melhores soluções para o Distrito, os parcos recursos que o País tem terão que ser bem aplicados.
O futuro da nossa Região está directamente ligado à capacidade para criar riqueza, fixar pessoas e dar oportunidade aos jovens e aos que têm a infelicidade de cair na situação de desemprego.
Estamos convictos que o abandono de obras megalómanas como o TGV, a nova travessia do Tejo ou do Novo Aeroporto de Lisboa, poderão libertar verbas dos fundos comunitários, designadamente do Fundo de Coesão, que possam ser canalizadas para o apoio às Pessoas que mais precisam e para as obras de proximidade que criem riqueza e que o Distrito precisa.
O nosso compromisso é com o País porque está na hora de mudar.
O nosso compromisso solene é com quem nos elege, os habitantes do nosso Distrito, estaremos sempre do lado do nosso desenvolvimento, mesmo que isso represente opinião diferente do partido a que pertencemos.
È com esta excelente equipa que lidero que o Distrito pode contar para o representar no Parlamento.
Está na hora de mudar.
Bem hajam.







Irresponsabilidade na utilização de meios públicos

Há poucos dias, quando denunciei as muitas visitas que membros do Governo, também candidatos a Deputados pelo nosso círculo eleitoral, estavam a fazer no nosso distrito, designadamente com a assinatura de protocolos de financiamento local, logo fui mimoseado com um insulto, sinal que os argumentos políticos já não eram suficientes.
Há questões que, mesmo que a lei não imponha, estão no domínio da ética, se alguém se assume como candidato a uma determinada função pública, deve de imediato deixar de utilizar os meios que são pagos por todos nós, parece-me um principio saudável.
Recordo-me que, em 1999, quando assumi a função de mandatário de Honra da Lista de Candidatos a Deputados encabeçada pelo Dr. Fernando Ruas, sendo na altura Presidente da AIRV, suspendi funções durante um mês, apesar de nada me obrigar a isso nos estatutos.
Agora, nem de propósito, o exemplo vem da vizinha Espanha, Zapatero proíbe inaugurações em campanha, uma nova lei eleitoral que proíbe “qualquer acto de inauguração e anúncio de projectos para obras ou serviços públicos”, regras aprovadas em Janeiro, que regulam ainda actos de propaganda e aparições na TV, “proíbe qualquer acção organizada ou financiada, directa ou indirectamente, pelos poderes públicos que contenham alusões a realizações ou conquistas obtidas”.
Quando estava a escrever este artigo, recebi um telefonema do Presidente da Câmara de Vouzela, dando-me conta de um contacto do Ministério da Educação que solicitava a colaboração da autarquia para um encontro com instituições que assinaram protocolos no campo das Artes, a realizar do dia 28 de Maio de 2011.
Há que reprovar veementemente este tipo de iniciativas, uma semana antes do acto eleitoral, em plena campanha, é o que se chama falta de decoro.
Era bom que os socialistas portugueses seguissem os bons exemplos dos socialistas espanhóis, mas o que se verifica é que o exemplo vem do Primeiro-ministro replicado pelos Ministros, Secretários de Estado e serviços, numa utilização abusiva do dinheiro que, infelizmente, não temos.
Repare-se que, apesar de ter assumido o PEC IV como necessário e dizer que avançaria com a sua implementação, verifica-se que avança com as megalómanas e caras obras da Parque Escolar, apesar de se ter comprometido a rever os calendários de construção de equipamento escolar, com o objectivo de poupar verbas do orçamento.
Mais uma vez, a intenção de poupar fica pelo papel, avança como se o País estivesse a navegar em águas tranquilas, é esta incoerência permanente que mina qualquer credibilidade deste Governo.
Recorde-se que em 5 de Abril, através de nota do Ministério das Finanças, o Governo dizia que as medidas do PEC IV assumidas pelo Governo, estavam a ser implantadas, tanta incoerência junta cria sentimento de revolta.
Não está em causa a necessidade de requalificação das Escolas, mas sim o investimento sumptuário que comportam estas obras, ainda na sexta-feira, na reunião da Comunidade Intermunicipal, o seu Presidente assumia, sem contestação dos socialistas presentes, que com o orçamento de requalificação de uma Escola das que são objecto de acção da Parque Escolar era possível requalificar três Escolas; seria melhor que a Administração Pública tivesse contratado as Autarquias para executar estas obras, mais Escolas beneficiariam destes melhoramentos.
Os materiais utilizados são muitas vezes importados, não há preocupação de aproveitar o que está em bom estado, foi bem visível na requalificação da escola Secundária Alves Martins, destruiu-se um auditório excelente que estava construído há muito pouco tempo, para além da mudança de todo o mobiliário, quando existia muito que estava em bom estado.
A acrescer a tudo isto, não existiram preocupações de auto-sustentabilidade, os custos energéticos nestes novos edifícios chegam a decuplicar, provavelmente no futuro algumas destas Escolas não terão dinheiro para ligar o aquecimento, nem para pagarem as elevadas rendas mensais à Parque Escolar.
Quando todos os números do investimento da Parque Escolar forem conhecidos, verificaremos como o “Estado Socialista” está a gastar o dinheiro que não temos, comprometendo as gerações futuras.
Estamos a falar, no fundo, de mais um conjunto de PPP’s que teremos que pagar.
É irresponsabilidade a mais!


Programa Empresas Parlamento, participei na área do Turismo

Tive o gosto de participar neste programa do Fórum de Administradores de Empresas, tendo desenvolvido a temática do Turismo, em conjunto com o empresário Dr. Jorge Rebelo de Almeida, Presidente do Conselho de Administração da rede de hóteis Vila Galé.
O livro que será lançado na 5ª. feira, tem um capitulo sobre Turismo elaborado pelos dois, numa perspectiva de aproximação entre a actividade parlamentar e a actividade económica.
O Grupo Editorial Vida Económica e o Fórum de Administradores de Empresas, têm o prazer de convidar V. Exa. para a sessão de apresentação do livro “Empresas Parlamento - As propostas dos líderes para uma sociedade mais próspera”,que terá lugar no dia 19 de Maio, às 18:30h, no CCB, sala Maria Helena Vieira da Silva.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Parabéns Académico de Viseu, bi-campeão em natação

O Académico venceu este fim-de-semana, no Fontelo, o Campeonato de Clubes da Associação de Natação de Aveiro, sagrando-se assim Bi-Campeão. Os nadadores academistas vencerem 20 das 26 provas em disputa, arrebatando o troféu com 318 pontos, com clara vantagem sobre o Galitos, de Aveiro, que ficou no segundo lugar com 255 pontos, enquanto o lugar mais baixo do pódio foi para o Feirense, que terminou os campeonatos com 243 pontos.
Mais um resultado de destaque para a natação academista que este ano teve o seu ponto alto com a subida do clube à II Divisão Nacional.

Parabéns a todos os jovens que constituem esta equipa, bem como ao Humberto e à Professora Irene Xavier, o alcançar destes resultados não é obra do acaso, antes de um trabalho profissional e de uma dedicação diária.

Estes jovens campeões são um bom exemplo para a sua geração, prova bem o talento dos jovens viseenses.

As entidades e as empresas têm que olhar para este trabalho de excelente qualidade e apoiarem cada vez mais.

Um abraço a todos e continuação de bom trabalho

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Novo Dicionário de Termos Europeus

Alfredo Sousa de Jesus, António Almeida Henriques, António Costa Moura, António Martins da Cruz, António Nazaré Pereira, António Paiva, Arlindo Cunha, Armando Cardoso, Assunção Esteves, Carlos Coelho, Carlos Costa Neves, Carlos Pimenta, David Justino, Diogo Vasconcelos, Duarte Freitas, Isabel Meireles, João de Deus Pinheiro, Jorge Moreira da Silva, José Luís Fernandes, José Luís Moreira da Silva, José Manuel Nunes Liberato, José Matos Correia, José Silva Peneda, Manuel Porto, Manuela Ferreira Leite, Maria José Fialho, Mário David, Martin Kamp, Miguel Frasquilho, Miguel Seabra, Paulo de Almeida Sande, Pedro Roseta, Regina Bastos, Sandra Nunes, Sérgio Marques, Vasco Graça Moura e Vítor Martins.
São perto de quatro dezenas os especialistas em variados temas que têm por denominador comum a Europa e a União Europeia e que se juntaram nesta obra de referência agora actualizada com novas entradas, reunindo mais de quinhentas definições daquilo a que o coordenador da obra, o deputado Carlos Coelho, chama de «europês».
Este Novo Dicionário de Termos Europeus, para além de esclarecer um sem-número de termos utilizados na chamada linguagem europeia, esclarece o que significam todas as iniciais e siglas que nos preenchem o quotidiano e às quais, muitas vezes, não sabemos atribuir significado.

domingo, 1 de maio de 2011

Candidatos do PSD visitaram Movelar 2011

Os candidatos a Deputados do PSD do Circulo Eleitoral de Viseu visitaram hoje a Movelar 2011, acompanhados pelo gerente executivo da Expovis Dr. José Moreira, contactando os diferentes expositores oriundos do Distrito e de outros pontos do País, designadamente Paredes e Paços de Ferreira.
O Cabeça de Lista António Almeida Henriques, felicitou a Expovis, a Câmara Municipal e a AIRV por mais esta edição da Movelar,”salientando que o Distrito de Viseu tem que apostar no seu crescimento económico, a única forma de garantir o emprego e a fixação das Pessoas“.
No dia em que se comemora internacionalmente o Dia do Trabalhador, “saudou todos os trabalhadores, com particular destaque para os do Distrito de Viseu e salientou que os números atingidos pelo desemprego, mais de 620.000 pessoas, são a imagem de marca de um governo socialista que prometeu criar 150.000 postos de trabalho mas que, afinal, aumentou em 200.000 o número de desempregados”.
Infelizmente, referiu, “em 2005 tínhamos uma taxa de desemprego de 6,6% sendo hoje de 11,1%, número que não atinge cifras maiores pelo facto de decorrerem neste momentos muitas acções de formação que diminuem este número, para além de 100.000 pessoas que já desistiram de procurar emprego e uma Nova Vaga de Emigração que empurra por ano cerca de 100.000 pessoas para o estrangeiro, sobretudo jovens e qualificados, situação que já não se verificava desde os anos 60”.
“Outra marca do Governo é o facto de só 54% dos desempregados receberem subsídio de desemprego, situação que deriva da péssima situação económica e financeira do País”, referiu.
Enfatizou também “o elevado número de insolvências do 1º. Trimestre de 2011, 5% acima do que aconteceu no ano anterior, sendo que Viseu aparece em 8º. Lugar já com 28 empresas nesta situação, valores que vão ter impacto no aumento do números de desempregados”.
No Dia do Trabalhador reforçou o que já tinha sido dito pelo líder do PSD Pedro Passos Coelho “não será necessário despedir funcionários nem cortar mais salários para sanear o sistema, o que é preciso é apertar o cinto do Governo e mudar a liderança do País” .
“Só o crescimento do País garantirá um Estado Social sustentável e é com iniciativas como estas que se promove a qualidade dos nossos produtos, sendo que o aumento das exportações tem que ser o nosso principal desígnio”.

Rota do Rancho

Promovida pela Associação Comercial do Distrito de Viseu e pela Câmara Municipal de Viseu, decorre a Edição 2011 da Rota do Rancho, uma iniciativa feliz que conta cada vez com mais aderentes, felicito todos os que estão envolvidos e as duas instituições, é assim que se promove o comércio tradicional e a cidade.
Tendo como provador mor o Chef Hélio Loureiro, os 28 restaurantes aderentes deliciam-nos com este prato cada vez mais apreciado.
Deixo aqui a nota da história do Rancho e o registo de ter almoçado muito bem no “Tachinho da Avó”, antes de visitar a Movelar 2011.
“Aquando da guerra entre liberais e absolutistas, o quartel de Viseu foi escalado para defender a linha do Buçaco.
O comandante da altura, consciente das suas responsabilidades, ordenou ao quarteleiro para se dirigir à dispensa e sem grandes economias, fornecesse a cozinha com tudo o que tivesse ao dispor.Galinha, carnes de porco, carne de vaca, enchidos, grão-de-bico, batata, macarrão, couves, tudo isto ele entregou ao cozinheiro para confeccionar. Com toda a riqueza calórica desta comida, lá partiram as tropas com a moral em grande, levando para o caminho o que do rancho sobrara.
É claro, com este estado de espírito, não houve inimigo que resistisse a tamanha força e coragem das tropas do quartel de Viseu. Diz o cronista da época que o êxito foi tremendo, ao ponto de por vezes, o ribombar dos canhões era sobreposto por outros “ribombares”. E assim regressaram felizes e em glória ao quartel de Viseu.”