Almeida Henriques

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Mais do mesmo não!

Afinal os tais “esqueletos no armário” vão aparecendo todos os dias, o Primeiro-ministro fica crispado por o líder do PSD lhe solicitar elementos adicionais para se conhecer a verdadeira dimensão do problema.
Se não estivéssemos perante alguém que procurou sempre manipular as contas do Estado, o mais natural era disponibilizar toda a informação, afinal de contas quem não deve não teme, assim diz o Povo.
O histórico não abona para a seriedade dos números do Governo, ainda recentemente o PEC IV ficou obsoleto em dez dias.
Numa primeira correcção o Instituto Nacional de Estatística veio dizer que havia uma derrapagem orçamental de 3.000 milhões de euros em 2010 e correcções de quase 2.500 milhões nos anos de 2007, 2008 e 2009, colocando sempre acima dos 3% a fasquia do défice; na véspera da Páscoa, nova correcção, nova derrapagem de mais 1.000 milhões, a assumida pelo Governo foi de 6,8%, já vai em 9,1%, só em 2010.
No que á divida pública diz respeito, em 3 anos passou de 68,3% do PIB para 93%, um acréscimo de 24, 7%, mais 42.500 mil milhões de euros.
O desempenho deste Governo esteve sempre mau, mesmo antes da crise no final de 2008.
Para além da responsabilização, é preciso que os Portugueses penalizem quem nos colocou nesta situação, ainda bem que o PS candidata quase a totalidade dos membros do Governo nos diferentes círculos eleitorais, onze dos cabeças de lista fazem parte do elenco governamental, é mais fácil identificar o rosto dos “culpados” e responsabilizá-los pelo voto.
O PSD prepara-se para apresentar o seu Programa Eleitoral, ouve a sociedade, todos os dias novas ideias vêm a público para debate; face a todas elas o Governo e o PS promovem logo várias conferências de imprensa, com rostos diferentes, para acusar as ideias de irresponsáveis, inviáveis e de ataque ao Estado Social.
O imobilismo e o “bota abaixo” no seu melhor, o instigar do medo como arma, o PS já não tem capacidade para se regenerar e ter novas ideias, o seu Programa já é conhecido, o PEC IV.
De facto, com a mesma equipa, o mesmo programa, os mesmos métodos e a mesma liderança, o que se pode esperar?
Mais do mesmo, as mesmas politicas e actuações que nos conduziram ao estado calamitoso em que nos encontramos.
Só com novas ideias e novos protagonistas se conseguirá Mudar Portugal

terça-feira, 26 de abril de 2011

Sessão da Assembelia Municipal Infantil que se realiza a 25 de Maio de 2011

ASSEMBLEIA MUNICIPAL INFANTIL 2011

6ª. Edição

35 Anos do Poder Local

“Como era a minha Terra há 35 anos”

1. ENTIDADES ORGANIZADORAS

Assembleia Municipal de Viseu

Câmara Municipal de Viseu

Comissão de Protecção de Menores

Federação Regional Associação Pais (envolvimento)

2. ESCOLAS PARTICIPANTES

Abraveses

Grão Vasco

Infante D. Henrique

Marzovelos

Nuclisol

Silgueiros

Vil de Soito

Viso

Colégio da Via Sacra

3. DATA E LOCAL

25 de Maio, Assembleia Municipal Infantil de Viseu

4. ACÇÕES

a) Site da CMV com toda informação

b) Concurso do Cartaz

c) Escolha de projecto, desenvolvimento e debate (cada Escola escolhe a comparação que pretende estabelecer, permitindo aos jovens estabelecer um paralelismo entre o que era a sua Terra há 35 anos e o que é hoje)

d) Transmissão via Internet para que, na Escola, as outras crianças possam acompanhar o debate na sessão plenária

e) As apresentações de cada Escola poderão ser feita com recurso a meios audiovisuais que solicitem previamente

5. SESSÃO A.M. INFANTIL

9 Recepção
9.30 Inicio Trabalhos, cada Escola dispõe de 5’ para apresentação do trabalho seguindo-se um debate sobre os mesmos
10.30 Intervalo com lanche
11.00 Sessão tendo como convidado o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Dr. Fernando Ruas que fará uma apresentação inicial sobre a evolução de Viseu nos últimos 35 anos seguida de debate
12.30 Final Sessão

Está na Hora de Mudar

Nota elaborada no dia 26 de Abril, data em que entregamos a candidatura do PSD no Tribunal de Viseu
Sinto-me honrado por encabeçar a lista do PSD à Assembleia da República nas eleições que se disputam no próximo dia 5 de Junho.
Espero estar à altura da responsabilidade para que me convidou o Presidente do meu partido, Dr. Pedro Passos Coelho.
A opção do Dr. Fernando Ruas pela Autarquia de Viseu, honrando o compromisso com os Viseenses, ainda eleva mais alto o seu prestígio, tenho muito orgulho por o ter a meu lado como Mandatário de Honra nesta campanha.
As Pessoas que me acompanham são Homens e Mulheres com provas dadas em diferentes áreas e são representativas dos vários Concelhos do Distrito. O PSD está unido em torno duma candidatura que espero ganhadora.
No momento em que se inicia este percurso quero agradecer a todos os que aceitaram integrar a lista por mim liderada, bem como a todos os que contribuíram para este objectivo.
Saúdo os meus adversários, esperando que consigamos um debate elevado no respeito pelas ideias de cada um e pelo democrático princípio do contraditório, que permita aproximar os eleitores da política o que é fundamental para o fortalecimento da nossa Democracia.
Pela minha parte assumo o compromisso de uma campanha pela positiva, honrando os princípios éticos que sempre me têm norteado.
Os nossos conterrâneos merecem um discurso de verdade, uma total separação entre o Estado que é de todos nós e os Partidos Políticos pelo que não se entende que candidatos assumidos continuem a usar os meios do Estado para fazer campanha.
A política deve ser colocada ao serviço das Pessoas, temos que falar para elas e procurar as melhores soluções para a difícil situação social, económica e financeira em que o Partido Socialista deixa o País.
A primeira prioridade tem que ser acudir àqueles conterrâneos que mais precisam e colocar o nosso Distrito a criar mais riqueza para fixar as Pessoas e dar futuro aos jovens.
Estou certo que o nosso Distrito dará o seu forte contributo para a mudança que o País precisa.
Está na hora de mudar.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Comprometer o que o País não tem

O rodopio em que andam os Senhores Secretários de Estado da Administração Local e da Igualdade, a que se junta o Senhor Governador Civil é notável. Todos os dias recebo comunicações do Governo Civil a anunciar sessões de esclarecimento, inaugurações, visitas a instituições, para já não falar da assinatura de Protocolos de Financiamento Local.
Tudo isto poderia parecer normal, se não fosse o caso de estarmos com um Governo de gestão em Portugal e as Pessoas que percorrem o Distrito serem, ao mesmo tempo, candidatos a Deputados pelo Partido Socialista. É a confusão completa entre aquilo que é acção partidária e o uso de meios do Estado.
Ainda ontem me relatavam a chegada da Secretária de Estado da Igualdade à Zona Industrial de Tondela para visitar uma fábrica, vários agentes da GNR enquadravam as rotundas de acesso, carros do Estado com motorista, vários acompanhantes, numa acção de campanha que nada acrescenta.
Haja decoro!
O Secretário de Estado da Administração Local, também cabeça de lista do Partido Socialista, assina Protocolos de Financiamento Local pelo distrito, num momento em que a troika reúne com os vários responsáveis e prepara a ajuda externa a Portugal.
Em termos práticos está o Governo Socialista a comprometer o dinheiro que o País não tem, compromete despesa que terá que ser paga pelo futuro Governo, depois de ter assumido há uns meses que não havia dinheiro para este tipo de contratos e, caso assinasse algum contrato, concertaria sempre com o Presidente de Câmara respectivo.
Obviamente que não perspectivava na altura que estaríamos agora em eleições.
Há situações que, não sendo ilegais, merecem a nossa censura do ponto de vista ético.
É certo que ainda não começou a campanha eleitoral, mas já toda a gente sabe quem são os candidatos e a utilização dos meios de todos nós para acções de campanha é de facto reprovável.
Estou certo que os nossos concidadãos não deixarão de censurar pelo voto estas actuações.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Arquitecto Paulo Moura de Resende premiado

O nosso conterrânio e amigo, Arquitecto Paulo Moura, acaba de ver o seu mérito reconhecido com a atribuição de uma menção honrosa do Prémio de Arquitectura do Douro 2010/2011, que premiou o Arqto. Siza Vieira e, também com uma menção honrosa, o Arqt. Vieira de Campos.


A obra é uma pequena capela construída de raíz, em Travassos, no Peso da Régua, que se destacou de entre um conjunto de obras abrangente, construídas na região do Douro Património Mundial.

O prémio é promovido pela CCDR-N/Estrutura de Missão do Douro e o júri foi composto por representantes destas entidades, do IGESPAR, do Turismo de Portugal, da Ordem dos Arquitectos e pelo Arquitecto Belém Lima (vencedor da edição anterior).
Felicito-o pelo prémio, é um bom incentivo para continuar uma brilhante carreira.
Um abraço público através do meu blog que se junta à mensagem pessoal enviada



Sessão da Assembleia Municipal de Viseu Comemorativa do 37º. Aniversário do 25 de Abril de 1974

PROGRAMA
6 de Maio 2011 pelas 18 horas
Edifico Multiusos do Parque Desportivo e de Lazer de Pedra d' Águia
Vila Chã de Sá

35 anos depois da instauração do Poder Local, uma das maiores conquistas do 25 de Abril, importa evocá-lo e homenageá-lo, através de uma sessão Solene com um convidado especial, o Presidente da Associação Nacional dos Municipios Portugueses, também Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Dr. Fernando Carvalho Ruas

Sessão Solene da Assembleia Municipal de Viseu
Tema, 35 Anos do Poder Local

Participação dos quatro partidos com assento na Assembleia Municipal e do Presidente da Assembleia Municipal, tendo como convidado de Honra o Dr. Fernando Carvalho Ruas.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Encenação e falta de estratégia!

Esta semana aconteceu o que o Governo foi negando sistematicamente, o País foi definhando e aumentando os prejuízos de uma governação leviana e sem rumo, a ajuda externa aí está, esta teimosia de José Sócrates nas últimas semanas, custou umas centenas de milhões de euros ao País.
As contradições são mais que muitas.
Ainda no inicio desta semana, depois de muitos avisos, é o próprio Governo que vem assumir que não avançará com o TGV, depois de o Primeiro-ministro ter afirmado na segunda-feira da semana passada que era para continuar.
O mesmo que afirmava no mesmo dia ser um dever patriótico não aceitar a entrada do FMI, afirmava “ entre nós e o FMI há 10 milhões de Portugueses, ajuda externa é o último recurso” vem 48 horas depois defender a intervenção, com o mesmo argumento, o sentido patriótico.
No mesmo dia, quarta-feira dia 6 de Abril, o Financial Times anunciava o recurso à ajuda externa de manhã, Sócrates desmentia de imediato, Ministro das Finanças preparava durante o dia mudança de opinião e o Primeiro-ministro anunciava à noite, o País governado com recurso à táctica, com birras e Estados de Alma.
Quem abriu as portas ao FMI foi a péssima governação do último ano
Fica bem patente na apresentação do PEC IV, que dez dias depois já estava ultrapassado quando o INE apresentou as contas do Estado; afinal de contas o nosso défice nunca esteve abaixo dos 3%, como alardeou José Sócrates, só no ano de 2010 há um desvio de mais de 3.000 milhões de euros.
Aquilo a que temos assistido é a uma peça de teatro de má qualidade, com um actor que consegue ler os diferentes argumentos com a mesma convicção, com o mesmo rancor e sempre com um espírito de confronto.
O grande comício que o PS encenou durante o fim-de-semana, com oradores pré inscritos, discursos encenados com teleponto, onde não faltaram as camionetas e as bandeiras nacionais, num partido que perdeu o sentido auto-crítico, que deixou de falar dos problemas com que os portugueses se confrontam, onde os que têm opinião diferente são proscritos.
Um País que entrou quase na bancarrota com esta governação, cuja dívida externa bruta atingiu os 230% do PIB e, em termos líquidos está quase nos 100%, onde o desemprego aumentou duma forma galopante com o desespero dos que estão nesta condição há mais de uma ano, mais de 300.000 e os jovens, designadamente à procura de primeiro emprego.
A dívida das empresas públicas é de 30% do PIB, cerca de 60.000 milhões de euros e 1/3 é do sector dos transportes, com a Transtejo, Soflusa, Metro de Lisboa e Porto e Refer.
Depois da peça de teatro encenada por José Sócrates e de todos os desenvolvimentos ulteriores, assistimos a mais uma “birra”, desta vez do Ministro das Finanças, que empurrava para os partidos da oposição a responsabilidade das negociações, finalmente o ridículo veio ao de cima e o governo de gestão teve que assumir que é seu dever faze-lo.
Em contraste com esta arrogância, este autismo galopante, com a crispação permanente a que nos habituou José Sócrates, o Presidente do PSD Pedro Passos Coelho vai marcando pontos com as suas ideias, com uma natural tranquilidade de quem tem consciência das enormes dificuldades mas que sabe o caminho que temos de trilhar.
E essa passa por restaurar a confiança dos mercados no nosso País, o que só se consegue com uma estratégia que faça voltar a crescer a nossa economia, o que os mercados querem é saber como vai Portugal honrar os seus compromissos.
Com uma postura serena, enquanto o PS se acantona para defender o seu líder e os inúmeros cargos que alimenta, o PSD vai abrindo à sociedade, veja-se a liderança de Lisboa com Fernando Nobre, o assumir do compromisso de Pedro Passos Coelho de um Governo abrangente com 10 Ministros e pouco mais de 25 Secretários de Estado, a defesa do emagrecimento da máquina do Estado, para poupar mas também para dar o exemplo.
Ao mesmo tempo há que ter esperança, só o PSD pode devolver a credibilidade ao País e colocar em marcha um Plano que nos tire desta difícil situação.
Iremos apresentar um Programa de verdade, realista, mas mobilizador, que passará pela aplicação de três prioridades:
Um Programa de Emergência Social, que apresente soluções inovadoras e consistentes para combater o desemprego e que ajude a inverter a tendência para o crescimento dos números da pobreza e da exclusão social.
Um Programa de Estabilização Financeira, com soluções que dêem resposta aos problemas do endividamento externo e da dívida pública e que contribua para o fortalecimento do sistema financeiro.
Uma Agenda para o crescimento, competitividade e Emprego, com medidas para melhoria da produtividade e para criação de mais valor.
Não é uma fatalidade continuarmos a “definhar”, é possível mobilizar as sociedade para uma Mudança de Vida com o PSD a liderar um Governo de abrangência nacional.