Almeida Henriques

quarta-feira, 17 de março de 2010

OE 2010- Proposta pagamentos tempo e horas às empresas

19 de Março, Pedro Passos Coelho visita Viseu




PEDRO PASSOS COELHO VISITA O DISTRITO DE VISEU NO DIA 19 DE MARÇO, COM O SEGUINTE PROGRAMA:

15 HORAS- TONDELA, VISITA À EMPRESA INTERECYCLING

17 HORAS-LAMEGO, REUNIÃO COM AGRICULTORES DO DOURO(RESTAURANTE TORRÃO-JUNTO RIO DOURO)

19 HORAS-MONTEBELO, ENCONTRO COM IMPRENSA REGIONAL

20 HORAS-EXPOCENTER, JANTAR COMICIO


CONTO COM A SUA PRESENÇA
PASSOS COELHO A PRESIDENTE







Vale a pena

É corrente manter ainda algum preconceito sobre o excessivo papel do Estado na sociedade e na governação de um país, mesmo quando isso tem encargos elevados para os contribuintes, mesmo quando é duma evidência enorme que grande parte da riqueza que produzimos se dirige para o funcionamento de uma máquina excessivamente pesada e tantas vezes ineficiente.

Não devemos ter pudor em exigir que o Estado se aplique com afinco às áreas de soberania que são da sua exclusiva competência.

Não podemos deixar de exigir que invista na educação, na justiça, na saúde, na desburocratização, na criação de condições favoráveis ao empreendedorismo e aos investidores, mas com retorno claro para os portugueses.

Ao gastar os seus esforços em demasia na economia e na vida empresarial, o Estado não cumpre a missão que lhe é confiada pelos cidadãos, quebrando o pacto que está também na génese da sua existência.

Esta é uma das circunstâncias que está na base da actual crise económica, financeira e de esperança que se vive.

De bom aluno da União Europeia, Portugal passou a integrar com a Irlanda, (Itália), Grécia e Espanha o denominado grupo PIGS, alcunha pouco honrosa atribuída aos países que mais dificuldades estão a apresentar em ultrapassar a actual conjuntura.

É hora de pensar em estabilidade, mas também em crescimento, de regressar a uma rota de convergência que já conseguimos ter.

É hora de estimular empresários, jovens empreendedores, quadros qualificados, que tendem para a fuga, a acreditar que o país vale a pena, há muitos séculos.

In JOrnal do Centro de 19 de Março de 2010

segunda-feira, 15 de março de 2010

Justiça para os ex trabalhadores da ENU

Na próxima sexta feira, dia 19 de Março, debateremos pela terceira vez os Projectos de Lei que visam consagrar direitos de acesso à reforma por parte dos ex trabalhadores da ENU que já não se encontravam vinculados à empresa quando esta fechou.

De facto, em 2005 e com o Governo de Durão Barroso, os trabalhadores de superfície foram equiparados a trabalhadores de fundo de mina para efeitos de reforma, por terem estado exposto ao mesmo tipo de poeiras radioactivas.



Na altura, estes trabalhadores não se pronunciaram, tendo-se cometido a injustiça de deixar de fora todos os que tinham rescindido ou negociado a saída antes do encerramento, quando é evidente que estiveram sujeitos ao mesmo tipo de exposição.



Esta causa sempre motivou o PSD e, ao longo dos últimos cinco anos lutámos para que fossem efectuados os exames médicos a estes nossos concidadãos, bem como propusemos o principio de aplicar a mesma legislação a todos os trabalhadores que tivessem estado, pelo menos, cinco anos ao serviço.



Assumimos e cumprimos, viabilizámos os projectos dos outros Partidos nos dois debates, durante a anterior legislatura.



O PS marcou sempre pela ausência no debate, nem o Dr. José Junqueiro nem o Dr. Miguel Ginestal se envolveram na troca de argumentação parlamentar, apesar das declarações públicas do actual Governador Civil, no calor da campanha eleitoral que levaria o Engº. José Sócrates ao poder, dizendo que o estado tinha um dívida de gratidão para com estas Pessoas; gostava de saber, agora nesta nova função, se já mudou de opinião e se vai efectuar diligências junto do seu partido para votar favoravelmente a nossa proposta.



Pela nossa parte, lá estarei no debate de sexta-feira, dia 19 de Março, a defender o projecto do PSD e com disponibilidade para viabilizarmos os projectos do BE, PCP e PP, com o objectivo de chegarmos a um entendimento na discussão na especialidade, em Comissão de Trabalho.

Pode ser que, desta vez, o PS nos surpreenda pela positiva aprovando a nossa proposta, seria uma boa “prenda” do Dia do Pai para estes trabalhadores que têm lutado abnegadamente por um direito que é legítimo.

A vida é feita de causas e esta é uma das muitas que tenho abraçado por uma questão de justiça.

sexta-feira, 12 de março de 2010

No curto prazo

Portugal, Irlanda, (Itália), Grécia e Espanha são agora denominados pelos nossos congéneres do Norte como PIGS, alcunha pouco simpática atribuída aos países do Sul da Europa e a um outro mais atlântico que foi até há muito pouco tempo uma das referências da União ao nível da convergência e mudança de paradigma social e estrutural.
No nosso caso, do bom aluno tantas vezes elogiado, passámos a carregar com a raposa, como se dizia no tempo em que havia avaliação e cultura de mérito nas escolas.

Breves foram os tempos em que nos convencemos (ou nos convenceram) de que poderíamos integrar o pelotão da frente dos mais competitivos.

Entraram agora no vocabulário comum dos cidadãos e empresários as expressões do défice, dos 3%, do PEC (Pacto de Estabilidade e Crescimento), das agências de rating, dívida pública e externa.

Não raro nas últimas semanas o país ficou suspenso por decisões que contendem com todos esses conceitos ou perdido nas dicotomias técnico-ideológicas entre a importância do Investimento público ou da iniciativa privada.

Fala-se, novamente, na necessidade de mais uma geração para recuperar os nossos atrasos estruturais.

É muito, é demasiado, e a sociedade civil não se pode conformar com estas perspectivas de tão longo prazo.

É nosso dever exigir que a riqueza que produzimos seja bem aplicada pela e para a coisa pública.

É nosso dever exigir que o Estado se dedique não ao que lhe não pertence, mas que se concentre e invista na educação, na justiça, na saúde, na desburocratização. Se fizer bem o que tem de fazer e perder o tique de se imiscuir em demasia na economia, já fará um grande favor a todos os empresários e às contas da nação, no curto prazo.

Agravamentos do IRS

Este quadro mostra-nos bem como o Governo nos engana nas in´´umeras atitudes propagandisticas que adopta.
Depois de o Primeiro Ministro José Sócrates ter afirmado que não ia haver aumento de impostos, a realidade acaba por ser bem diferente, como se pode ver neste quadru que anexo nesta nota.
A fonte deste quadro é o Ministério das Finanças, que refere o agravamento médio por escalão fazendo contas duma forma cega, não olha às familias numerosas e para as deduções com educação, que se esgotará ao primeiro filho.
Com politicas destas como se pode, por um lado acreditar no Primeiro Ministro e, por outro, que politicas de incentivo à natalidade existem neste País.
Entretanto, como se pode ver neste quadro, quem vai continuando a pagar tudo é a classe média, o Governo não tem coragem para cortar a sério na despesa e nos desperdicios do Estado, como tenho escrito em múltiplos artigos, existem muitas gorduras que se poderiam cortar, o exemplo tem que vir de cima, desde logo nas múltiplas nomeações politicas para os diferentes cargos, dos quais são exemplo pela negativa os Governos Civis, que consomem 27 milhões de euros do Orçamento do Estado, sem nenhuma utilidade visivel, razão tinha Durão Barroso para querer acabar com eles.

quinta-feira, 11 de março de 2010

LIDERANÇA FIRME E SERENA

O PSD avança para um Congresso Extraordinário, que se realiza em Mafra este fim de semana, motivado pela recolha de 2500 assinaturas de militantes liderados por Pedro Santana Lopes que quer discutir alterações estatutárias e o futuro do País.

Não especulo sobre as motivações, a realização de um Congresso é sempre um excelente momento para reunir a “família” social democrata, para troca de impressões e apontar caminhos para o futuro.

Esta reunião tem ainda mais um estímulo, são já conhecidos os candidatos à liderança, será uma boa oportunidade para ouvir as suas ideias para que, no dia 26 de Março, os militantes possam escolher bem, está em causa a escolha do novo líder e provável futuro Primeiro Ministro de Portugal.

Um voto faço, que a disputa seja leal, que todos os que entendem ter condições para liderar o partido se apresentem, “empurrados” ou não, e que após a eleição consigamos cerrar fileiras em torno do vencedor, para que consigamos apresentar aos portugueses um projecto alternativo, que crie esperança no futuro.

A minha opção é conhecida de todos, apoio agora como há dois anos, o Dr. Pedro Passos Coelho, penso que estará em condições de promover uma liderança serena, começando por unir o Partido para, de seguida, começar a criar as redes que reconciliem o Povo Português consigo próprio, comprometendo-o e ganhando-o para os grandes desafios que temos pela frente.

Portugal e o PSD precisam de MUDAR, não podemos falhar na criação de uma alternativa credível que mobilize de novo o País; a nova liderança do PSD não pode estar comprometida com opções do passado, tem que olhar para a frente sem estar constantemente a jogar à defesa com posições que servem permanentemente de arma de arremesso ao PS.

É preciso puxar pela nossa auto estima, os social democratas têm saudades dos momentos em que, unidos e mobilizados, contribuímos para os grandes saltos que Portugal deu, é preciso reganhar este espírito, não excluindo ninguém, como recentemente aconteceu, o PSD é um partido em que todos têm lugar.

Para tal é preciso escolher um líder corajoso, com ideias claras, frontal e corajoso, com experiência politica e de ligação à economia e às Pessoas.

O seu percurso politico e profissional é uma garantia para todos nós, a clareza do seu pensamento é por demais evidente e a sua eficácia na comunicação permitirá comunicar com os Portugueses duma forma directa e verdadeira.

A sua mensagem arejada, o facto de ser necessário passar o testemunho a uma nova geração dentro do PSD, com quadros mais jovens, rostos novos, que coexistam com a experiência dos que já deram muito mas que podem agora ficar mais na retaguarda.

A subida à liderança do PSD com Pedro Passos Coelho é também a afirmação de uma nova geração que reforçará o PSD.

O País está cansado da crispação permanente em que José Sócrates mergulha o País, na constante guerra aberta às diferentes classes profissionais que protagonizou nos últimos cinco anos, na falta de ideias claras que mobilizem o nosso Povo, é preciso uma liderança firme, corajosa, mas serena, que a todos mobilize, temos que acreditar que é possível Mudar, dar um novo rumo a Portugal

Por último, não se é líder empurrado, a afirmação de vontade é desde logo um tónico para quem lidera e para quem está à volta.

Apoio Pedro Passos Coelho com convicção, espero que o Distrito de Viseu lhe dê uma votação expressiva , tudo farei para ajudar, a bem do País, do PSD e do Distrito de Viseu.