Almeida Henriques

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

RESULTADO HISTÓRICO EM VISEU

No rescaldo das últimas eleições autárquicas, é extraordinária a vitória do Dr. Fernando Ruas para a Câmara Municipal de Viseu, a cumplicidade e o reconhecimento da população de Viseu ficou bem expressa nas urnas onde se reforçam todas as votações, um voto de gratidão pelo trabalho feito e o reforço da confiança para os quatro anos em que se promete a “cereja no bolo”.
O Povo decidiu, vinte anos depois, o PSD e o Dr. Fernando Ruas reforçam o seu resultado, mais um vereador, passando a 7 PSD e 2 PS, e mais um mandato na Assembleia Municipal, passando a 21 PSD, 11 PS, 2 PP e 1 BE e, no que às Juntas de Freguesia diz respeito, a manutenção de 32 Presidências, com claro reforço de votação, designadamente nas Juntas da cidade.

A melhor sondagem é sempre a que se obtém no dia da votação, ao contrário do que os nossos adversários apregoavam, o Povo estava com o nosso projecto, as Pessoas têm orgulho no desenvolvimento que temos conhecido, a frontalidade na gestão, a capacidade concretizadora, o sentido estratégico foram premiados.

O nosso principal adversário tinha pedido um “resultado histórico” na passada sexta feira e alcançou o seu objectivo, o PSD tem o maior resultado de sempre na sexta eleição do Dr. Fernando Ruas.

O Povo não aceita que lhe atirem “areia para os olhos”, sabe distinguir o “trigo do joio”, premeia os que fazem em detrimento dos que falam e não conseguem concretizar.

O mau resultado do PS é também o espelho da postura submissa face ao poder central, as Pessoas não perdoam a ida da Faculdade de Medicina para a Covilhã e o abandonar do projecto da Universidade Pública, não entendem a confusão que foi o lançamento da auto estrada Viseu Coimbra, anula-se um concurso e lança-se logo a seguir um igual, ainda para mais a uma semana de eleições autárquicas, o que queriam influenciar?

O faltar aos compromissos com a autarquia em relação à Escola de Ranhados, Arquivo Distrital e CNO, entre outros, teve o castigo que merecia.

A verdade é que o PSD fez o seu trabalho na autarquia, levantou sempre a sua voz face às sucessivas penalizações a que fomos sujeitos, o PS foi calando sempre a sua voz nas questões centrais, colocando a cor partidária à frente do Concelho.

Por último, não produz resultados dizer sempre mal, a oposição tem que ser construtiva, dizer mal da nossa terra, sobretudo quando os viseenses têm grande orgulho nela, dá o resultado que se viu.

Parabéns ao Dr. Fernando Ruas, à sua equipa da vereação, a todos os eleitos da Assembleia Municipal e aos Senhores Presidentes de Junta e respectivas equipas.

Temos a grande responsabilidade de continuarmos a corresponder às expectativas dos que em nós votaram, estou certo que não defraudaremos.

Afinal, ficou provado com este resultado histórico que Viseu somos todos nós, mesmo os que votaram noutros partidos.

A construção do nosso futuro colectivo tem que continuar a ser o resultado do empenhamento de todos, é tempo também de alguns arrepiarem caminho e vestirem as nossas cores, em definitivo, a nossa fidelidade tem que ser, em primeira linha, para com aqueles que nos elegem e que representamos.

In Noticias de Viseu, 12 de Outubro de 2009

PSD- Reflectir sim, mas agir com celeridade

Depois de uma vitória nas eleições europeias, onde pontificou a perfomance do Dr. Paulo Rangel mas, sobretudo, o voto penalizador dos portugueses face ao Governo Socialista, era grande a expectativa quanto aos resultados das legislativas e das autárquicas.
Nas legislativas, com um terreno favorável, não conseguimos ir além de um fraco aumento de sete Deputados, deixando que o CDS-PP crescesse bastante, sem conseguirmos fixar o eleitorado do centro, aquele onde se podiam contar os diferentes descontentamentos suscitados em quatro anos e meio de Governo do PS.
A verdade é que a estratégia foi inexistente, o PSD não conseguiu passar uma mensagem de esperança e, muito menos, assumir-se como alternativa, isto é, numa clara luta de personalidades, a Dra. Manuela Ferreira Leite não se conseguiu assumir como alternativa ao Engº. José Sócrates.
Nas Autárquicas, conseguimos manter a posição de liderança quanto ao número de Presidências de Câmara, mas o resultado está longe de ser lisonjeiro, salvaguardem-se situações como o reforço de resultados em Viseu, Lamego, Tondela, Oliveira de Frades e Nelas e a manutenção em Santa Comba Dão, S. Pedro do Sul, Armamar, S. João da Pesqueira, Sernancelhe, Penedono, Sátão, Vouzela, Penalva do Castelo e Carregal do Sal, para me referir só ao Distrito de Viseu; a perda de cinco Câmaras no Distrito também nos deverá merecer a mais profunda reflexão.
Assim , é chegado o momento de com firmeza mas duma forma mais ou menos célere, o PSD definir um cronograma que permita ter desde já uma percepção da forma como se desencadeará a discussão interna, seguida de marcação de eleições que permitam escolher uma nova liderança, que tenha na sua base um projecto novo.
Não me parece que existam condições para levar o mandato até Maio, viver-se-ia um período de agonia que impediria assumir uma liderança da oposição, dando espaço à direita e à esquerda.
Importa clarificar, sem pressas, concordo, a continuidade não é defensável, é preciso encontrar um caminho novo que dê esperança ao País.
Um rumo que dê a possibilidade de começar um novo ciclo, da criação de redes internas, de maior interacção com a sociedade, que permita ao PSD retomar a sua implantação urbana e de proximidade com as populações, que as pessoas se revejam em nós e nos olhem como a verdadeira alternativa de poder.
Iremos viver tempos de escolhas, os que se sentem com perfil para a liderança devem manifestar-se e assumirem-se, devolver aos militantes o direito de escolha democrática, para depois se acabarem com os grupos e grupinhos que só têm contribuído para o enfraquecimento do PSD.
Este novo percurso terá que ser feito com rostos novos, uma liderança de uma nova geração, obviamente sem menosprezar ou diminuir o contributo de muitos históricos que ajudaram a implantar e crescer o nosso PSD.
Se este percurso é fundamental para o País, não o será menos para o Distrito.
O poder pelo poder não leva a nada, a politica é para as Pessoas, como nos ensinou Sá Carneiro, também no Distrito o PSD tem que ter projecto em que a maioria se reveja e participe, o PSD não é propriedade de ninguém em particular, mas de todos os militantes, a sua intervenção não pode ser intermitente, mas continuada, a sua linha condutora tem que ser discutida nos órgãos próprios e não ao sabor dos acasos.
Somos o segundo maior partido português, temos o maior número de Câmaras e assumiremos com Fernando Ruas, estou certo, a presidência da Associação Nacional de Municípios, temos que estar à altura dos desafios.
In Jornal do Centro, 12 de Outubro de 2009

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Centro competitivo

Tem sido assinalável a capacidade de inserção do Centro na competição internacional, num crescendo contínuo, o que traduz uma boa aptidão na resposta das empresas da nossa Região às exigências dos mercados externos e à globalização das economias.
Para esta posição destaca-se o contributo expressivo de sectores com uma elevada faculdade de criação de valor, nomeadamente os sustentados por um perfil de diferenciação de produto, que, em algumas sub-regiões, assumem uma representatividade considerável.
Enquanto Câmara de Comércio e Indústria é também missão do CEC/CCIC promover a internacionalização das empresas do Centro de Portugal, nomeadamente no que ao apoio às PME respeita.
Num momento em que se assiste a uma instabilidade sem paralelo à escala mundial, em que o sistema financeiro global claudicou de forma impar, em que os mercados externos tradicionalmente compradores dos nossos produtos atravessam crises ainda não superadas, ainda que, assume-se, conjunturalmente, é importante que se estimule à diversificação das parcerias internacionais das nossas empresas.
Alguma das actuais economias emergentes partilham connosco afinidades históricas e culturais que podem traduzir-se numa verdadeira mais valia que importa potenciar.
Angola enquadra-se nesse registo e constitui um dos países com os quais a Câmara de Comércio e Indústria vem estabelecendo parcerias institucionais e empresariais, designadamente ao nível das organizações e missões e contactos bilaterais.
Este país irmão apresenta inúmeras oportunidades de negócio e de investimento para as nossas empresas, através da correcta abordagem e do contacto com os interlocutores adequados.
As riquezas naturais angolanas, o percurso de estabilidade e reconstrução têm atraído a atenção de diferentes nações e grandes grupos empresariais.
As pequenas e médias empresas têm igualmente um leque alargado de nichos de oportunidade nesta dinâmica de crescimento, que pretendemos estimular, numa visão alargada que contempla quer o incremento das exportações das nossas PME para novos mercados, quer a agilização de redes de contactos com as PME, como o Grupo Lena, Visabeira, Martifer, entre outros, consolidadas naquele país, quer ainda numa óptica de captação de investimento para o nosso território.
In revista Indústria, 8 de Outubro de 2009

Três Territórios unidos numa “Eurorregião”

Centro, Alentejo e a Extremadura espanhola uniram-se no passado dia 21 de Setembro, em Vila Velha de Ródão, onde deverão os rios Tejo e Sever convergir e não separar, para subscrever o protocolo de constituição da Euro-ACE (Eurorregião Alentejo-Centro-Extremadura).

Se é certo que a integração europeia e a proximidade geográfica potenciaram também a integração económica, não é menos importante que os agentes empresariais estabeleçam laços de cooperação concreta, assentes em linhas estratégicas comuns, que alavancam as actuais dinâmicas transfronteiriças, capitalizando, como é referido no convénio que institui a Euro-ACE, a longa experiência adquirida.

Agricultura, ambiente, ordenamento, energia, turismo, inovação e desenvolvimento tecnológico constituem algumas das temáticas prioritárias desta nova agenda, com o envolvimento de um leque largado de actores públicos e privados, onde se destaca o elevado empenho da CCDRC – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

Convergência, num duplo sentido, é o que se impões a estes três territórios, ainda bastante marcados pela interioridade e dicotomia com as regiões mais desenvolvidas da Europa. Convergência, numa aliança virtuosa entre coesão e competitividade, é o que poderá transformar estes mesmos territórios em regiões verdadeiramente europeias.
In Jornais da região Centro, 8 de Outubro de 2009

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

“Enquanto uns falam, nós fazemos avançar”

O ciclo de duas eleições seguidas está quase no fim, dentro de poucos dias, a 11 de Outubro, escolheremos os responsáveis autárquicos para os próximos quatro anos, uns dias depois será empossada a nova Assembleia da Republica e saberemos se o PS escolhe governar sozinho ou em coligação, esperemos que se siga um período de estabilidade, o País bem precisa.
Mas, na última semana de campanha autárquica, no meio das inúmeras e confusas mensagens que são os outdoors espalhados pela cidade, há um que salta à vista, colocado junto à rotunda do Colégio da Via Sacra, ao cimo da 5 de Outubro.

Com descaramento, o PS exibe um cartaz que diz “ Auto-estrada Viseu Coimbra e comboio, já “, “enquanto uns falam, nós fazemos avançar”.

Enquanto exercício de demagogia, é de uma grande infelicidade, salta à vista pela mentira estampada e pela tentativa de branquear a maior nódoa da governação socialista.

Se for um cartaz de assumpção de culpa, já se pode aceitar.

A auto-estrada Viseu Coimbra foi de facto anunciada com pompa e circunstância, foi dada como adjudicada antes do verão deste ano, assumida nos folhetos de campanha do PS como uma das concretizações do mandato.

Sejam sérios meus Senhores, esta anulação do concurso foi um rude golpe para Viseu, deviam ter vergonha de colocar semelhante mentira num cartaz e no discurso.

Quanto ao comboio, onde está a definição do que Viseu vai ter, onde está a cronologia desta obra? Para já, só a miragem do anúncio do TGV, uma promessa longínqua que nunca cumprirão.

Quando dizem que “uns só falam, nós fazemos avançar”, só podem estar a brincar, nada de estruturante foi feito em Viseu nos últimos quatro anos pela mão do Governo ou do PS.

Quando se referem ao facto de fazerem avançar, estão a referir-se à anulação do concurso da auto estrada Viseu Coimbra, ao enterrar da Grande Área Metropolitana, ao banho maria da Universidade Pública, à reiterada atitude de não honrar os compromissos na construção do Arquivo Distrital, da Construção do Matadouro, da Escola de Ranhados?

Se for a este fazer avançar, estamos conversados, estão a assumir o fazer parar ou adiar.

Também não é sério prometer este mundo e o outro, confundir o que são atribuições do poder central com o poder local; quando dá jeito, é competência do poder central, quando não dá é a autarquia que devia fazer avançar.

Quando assumem no programa a construção do Centro Escolar Viseu Norte e Rio de Loba, não sabem que já estão adjudicados, os edifícios a serem levantados com prazo marcado para a inauguração?

Quando se referem ao fazer avançar, só podem estar a referir-se à obra levada a cabo nestes 20 anos de mandato autárquico do PSD, liderado pelo Dr. Fernando Ruas, o que vimos avançar nestes últimos anos, o Programa Polis, a grande revolução que se está a operar no centro histórico, o investimento no parque escolar, a rede de abastecimento de água a Viseu, com a extraordinária estação do Viso, com o seu inovador sistema de detecção de fugas de água ou baixa de pressão, entre muitas outras coisas, não têm a assinatura do partido socialista.

Afinal de contas, quem se fica só pelas palavras, são os responsáveis socialistas, falam muito alto para apregoar o que não fazem e calam-se quando deviam fazer ouvir a sua voz para reclamar do poder central.

Já levaram o cartão amarelo no Distrito, nas eleições legislativas, estou certo que os viseenses os irão penalizar também no voto autárquico do dia 11 de Outubro.

Afinal Viseu somos todos nós, embora alguns pareçam ter pouca preocupação de se colocarem do lado dos que os elegem.

In Noticias de Viseu, 05 de Outubro de 2009

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Um Novo Impulso ao Empreendedorismo

Em prol do Empreendedorismo, o CEC/CCIC, dentro da sua filosofia de actuação em rede e em articulação com a APBA (Associação Portuguesa de Business Angels) e FNABA (Federação Nacional de Associações de Business Angels), constituiu a Centro Business Angels (CBA), com o envolvimento de um conjunto alargado e prestigiado de importantes gestores e empresários da região.
Vocacionada para projectos semente ou start-up, a CBA assumiu-se enquanto uma alavanca de negócios iniciais, seja do ponto de vista financeiro, seja ao nível da transferência de know how em gestão e networking.
Trata-se de uma componente prévia e complementar a outros mecanismos de financiamento, como o capital de risco, que pretende potenciar projectos ou ideias empresariais em fases consideradas menos maduras.
A este Fórum têm sido apresentados diversos projectos, designadamente os oriundos do Curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica promovido pelo Conselho Empresarial do Centro em parceria com as Universidades de Aveiro, Beira Interior e Coimbra.
Fruto da menor tradição que os Business Angels têm ainda em Portugal, aquém das performances de países como os Estados Unidos, Reino Unido ou Holanda, esta iniciativa quis traduzir um forte contributo para o clima inovador que se faz sentir no Centro de Portugal.
Não obstante o voluntarismo destas acções, importa ainda um melhor enquadramento legal para as redes nacionais de Business Angels, bem como o estímulo, por parte das políticas públicas, a estes mecanismos de apoio.
É, por isso, com agrado que se olha para o facto de o actual Quadro Comunitário de Apoio (QREN) se mostrar enfim disponível para alavancar também por esta via o apoio ao empreendedorismo e inovação, através da constituição de Fundos de Capital de Risco liderados por Business Angels (BA), através de Empresas Veículo (EV) constituídas por um mínimo de 3 BA.
Esta é uma notícia que os Business Angels esperavam há muito, pela qual se vem lutando há vários anos e que será um incentivo muito forte ao desenvolvimento da actividade de Business Angels em Portugal.
In Jornais da região Centro, 2 de Outubro de 2009

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O Povo decidiu, honrem-se os compromissos

O Povo votou, não com a afluência que se previa, mas não deixou margem para dúvidas, efectuou as suas escolhas.
No que a Viseu diz respeito, o PSD passa a ser o primeiro partido, de uma situação de derrota por 449 votos em 2005, passámos à situação de partido vencedor, com a confortável margem de 5.931 votos.

Os Viseenses quiseram penalizar o Partido Socialista, manifestaram-se contar a inércia dos últimos quatro anos e meio duma forma clara e inequívoca; as mentiras de que se destaca a não concretização auto-estrada Viseu Coimbra foram penalizadas

Com toda a legitimidade, enquanto Deputados da Oposição eleitos, lutaremos para que os compromissos sejam honrados, o nosso fio condutor serão os dez compromissos por nós assumidos no processo eleitoral e exigir do PS que efectue as obras estruturantes de que o Distrito tanto carece.

Exigiremos que o Governo assuma um cronograma quanto à execução da ligação em auto-estrada Viseu Coimbra e Mangualde Canas de Senhorim (IC12), bem como a assumpção, em definitivo, do que se vai fazer com a ligação ferroviária; não esqueceremos outras vias estruturantes como o IC26 que permitiria desencravar o Norte do Distrito.

A questão da Universidade Pública tem que voltar a ser discutida, exigiremos a reabertura do processo, duma forma participada e com o envolvimento dos três estabelecimentos de ensino superior de Viseu, bem como do tecido económico.

Outras obras como o Arquivo Distrital de Viseu, o Matadouro e a Escola de Ranhados terão da nossa parte um acompanhamento diário.

O investimento no Distrito, a dinamização dos Pólos Urbanos e a captação de novos investimentos para Viseu, única forma de combater o flagelo do desemprego, merecerão da nossa parte a maior atenção.

Assumimos que o nosso compromisso é com os viseenses, aqueles que nos elegeram, assim o faremos e exigiremos dos restantes Deputados eleitos o mesmo comportamento, é esta determinação que nos move.

Quanto aos resultados nacionais, o PS perde a maioria absoluta, reduz a sua representação parlamentar em cerca de 30 mandatos, terá que ter uma outra postura, assumir uma atitude mais dialogante e enérgica para resolver os graves problemas que criou no País, agravados pela crise internacional.

Esperamos que não adopte uma atitude titubeante, aliando-se à esquerda, quando quiser legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo e piscando o olho ao PSD ou ao CDS quando se tratar de aprovar leis que apostem no mercado e no desenvolvimento da economia, vamos aguardar pelo evoluir dos acontecimentos.

Quanto ao futuro, o PSD tem que se concentrar agora nas próximas eleições autárquicas, estou certo que os portugueses distinguirão os dois actos eleitorais, teria sido uma economia de meios que se tivessem realizado em simultâneo as duas eleições.

O País precisa de equilíbrios, o PSD terá que consolidar a sua posição de maior partido do poder local, é uma forma de compensar a maioria de esquerda que fica no Parlamento.

Depois da vitória nas autárquicas, há que olhar para dentro do partido, pensando nos sinais que os portugueses nos quiseram dar, é preciso encontrara novas lideranças, novos protagonistas, causas que mobilizem as Pessoas, frontalidade e genica na defesa dos nossos ideais, não se podem perpetuar os que persistem num rumo que não nos conduziu à vitória, numa conjuntura que seria, à partida, favorável.

Para já, unamos esforços para o dia 11 de Outubro para depois, com firmeza e serenidade conseguirmos encontrar novos caminhos para o futuro, mais do que nunca o País precisa de um PSD forte, organizado e que saiba para onde vai.

In Noticias de Viseu, 28 de Setembro de 2009