O Povo votou, não com a afluência que se previa, mas não deixou margem para dúvidas, efectuou as suas escolhas.
No que a Viseu diz respeito, o PSD passa a ser o primeiro partido, de uma situação de derrota por 449 votos em 2005, passámos à situação de partido vencedor, com a confortável margem de 5.931 votos.
Os Viseenses quiseram penalizar o Partido Socialista, manifestaram-se contar a inércia dos últimos quatro anos e meio duma forma clara e inequívoca; as mentiras de que se destaca a não concretização auto-estrada Viseu Coimbra foram penalizadas
Com toda a legitimidade, enquanto Deputados da Oposição eleitos, lutaremos para que os compromissos sejam honrados, o nosso fio condutor serão os dez compromissos por nós assumidos no processo eleitoral e exigir do PS que efectue as obras estruturantes de que o Distrito tanto carece.
Exigiremos que o Governo assuma um cronograma quanto à execução da ligação em auto-estrada Viseu Coimbra e Mangualde Canas de Senhorim (IC12), bem como a assumpção, em definitivo, do que se vai fazer com a ligação ferroviária; não esqueceremos outras vias estruturantes como o IC26 que permitiria desencravar o Norte do Distrito.
A questão da Universidade Pública tem que voltar a ser discutida, exigiremos a reabertura do processo, duma forma participada e com o envolvimento dos três estabelecimentos de ensino superior de Viseu, bem como do tecido económico.
Outras obras como o Arquivo Distrital de Viseu, o Matadouro e a Escola de Ranhados terão da nossa parte um acompanhamento diário.
O investimento no Distrito, a dinamização dos Pólos Urbanos e a captação de novos investimentos para Viseu, única forma de combater o flagelo do desemprego, merecerão da nossa parte a maior atenção.
Assumimos que o nosso compromisso é com os viseenses, aqueles que nos elegeram, assim o faremos e exigiremos dos restantes Deputados eleitos o mesmo comportamento, é esta determinação que nos move.
Quanto aos resultados nacionais, o PS perde a maioria absoluta, reduz a sua representação parlamentar em cerca de 30 mandatos, terá que ter uma outra postura, assumir uma atitude mais dialogante e enérgica para resolver os graves problemas que criou no País, agravados pela crise internacional.
Esperamos que não adopte uma atitude titubeante, aliando-se à esquerda, quando quiser legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo e piscando o olho ao PSD ou ao CDS quando se tratar de aprovar leis que apostem no mercado e no desenvolvimento da economia, vamos aguardar pelo evoluir dos acontecimentos.
Quanto ao futuro, o PSD tem que se concentrar agora nas próximas eleições autárquicas, estou certo que os portugueses distinguirão os dois actos eleitorais, teria sido uma economia de meios que se tivessem realizado em simultâneo as duas eleições.
O País precisa de equilíbrios, o PSD terá que consolidar a sua posição de maior partido do poder local, é uma forma de compensar a maioria de esquerda que fica no Parlamento.
Depois da vitória nas autárquicas, há que olhar para dentro do partido, pensando nos sinais que os portugueses nos quiseram dar, é preciso encontrara novas lideranças, novos protagonistas, causas que mobilizem as Pessoas, frontalidade e genica na defesa dos nossos ideais, não se podem perpetuar os que persistem num rumo que não nos conduziu à vitória, numa conjuntura que seria, à partida, favorável.
Para já, unamos esforços para o dia 11 de Outubro para depois, com firmeza e serenidade conseguirmos encontrar novos caminhos para o futuro, mais do que nunca o País precisa de um PSD forte, organizado e que saiba para onde vai.
In Noticias de Viseu, 28 de Setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Compromisso com os Viseenses, Desenvolver para Crescer
Estou a escrever este artigo no início de uma campanha eleitoral para a Assembleia da República, onde sou candidato pelo PSD, seria estranho que não abordasse este tema nesta semana.
O que motiva um cidadão para a intervenção cívica, como é o caso da politica e das múltiplas actividades que desenvolvi nos últimos anos, só pode ser o amor à sua Terra, a convicção das suas ideias e o sentir que é possível continuar a fazer mais e melhor, em suma, dar o contributo activo para que os nós e os nossos filhos possamos viver melhor no futuro.
Na base deste principio, que sempre me norteou, sempre assumi como primeira fidelidade os eleitores que me elegem, apesar de me candidatar pela sigla do Partido a que sempre pertenci, sempre coloquei na primeira linha a defesa do Distrito e das suas populações, em primeiro lugar, depois a Região Centro e, obviamente o País do qual fazemos parte integrante.
Sempre ouviram a minha voz critica quando vejo outros responsáveis a colocarem o interesse do partido à frente do Distrito, ficando mudos a afrontas enormes que sofremos.
No que a esta legislatura diz respeito começamos mal, quando logo no debate do programa de governo o Primeiro Ministro, numa resposta a uma pergunta por mim colocada, dizia que não haveria qualquer Universidade Pública criada em Viseu nesta legislatura e termina ainda pior, com a anulação do concurso da auto estrada Viseu Coimbra, assunto que mereceu a minha atenção na semana passada, pelo que me abstenho de tecer mais comentários.
Com o início de um nova legislatura, bom seria que todos os candidatos assumissem os seus compromissos com frontalidade, pela minha parte discuti com os meus colegas de candidatura e assumimos dez compromissos.
1. Centrada no lema Desenvolver para Crescer, criar uma rede de Desenvolvimento que a todos una e apoiar a livre iniciativa, as micro, pequenas e médias empresas, o desenvolvimento empresarial e a captação do investimento, como forma de criar riqueza e promover o emprego;
2. O desenvolvimento sustentável é o nosso objectivo, numa região com qualidade de vida e que aposta nas energias renováveis e promove o empreendedorismo em novas áreas de negócio com futuro;
3. Travar a desertificação crescente das zonas rurais, valorizando a agricultura, apostando na fileira florestal, apoiando os jovens agricultores e construindo a Barragem da Nave para o regadio dos pomares, aumentando a produção e a qualidade;
4. Criar uma rede de solidariedade social que envolva o Estado e os Privados, para promover uma sociedade mais justa e inclusiva, dando uma especial atenção à instalação de unidades de cuidados continuados que cubram adequadamente o Distrito;
5. Criar uma rede de ensino que a todos envolva, pré-escolar, básico e secundário bem como a promoção do Ensino Superior existentes, rumo à Universidade Pública de Viseu da qual não desistimos;
6. A saúde é um dos bens mais preciosos de todos, a nossa rede distrital de saúde tem que ser eficaz, ter qualidade e estar próxima dos cidadãos; os Hospitais de Tondela, Lamego (pugnaremos pela sua conclusão dentro do prazo) e S. Teotónio (com a abertura de uma unidade de radioterapia que potencie o serviço de oncologia) são a base desta rede, que deverá proporcionar melhores serviços nas áreas da fisioterapia, imagiologia e cuidados paliativos, com diversificação de oferta e abertura de novos contratos.
7. Queremos promover uma ligação estreita entre as diferentes instituições culturais do Distrito, assumimos o apoio a esta rede e a construção do Arquivo Distrital de Viseu;
8. No domínio das acessibilidades, a prioridade vai para as ligações em auto-estrada entre Viseu – Coimbra e Mangualde – Canas de Senhorim recuperando o atraso de quatro anos e meio;
9. Desencravar o Norte do Distrito, com destaque para a elaboração do projecto do IC26, que ligará a A24 à A25 (Lamego, Tarouca, Moimenta da Beira, Sernancelhe e Trancoso) e para a melhoria da ligação dos outros Concelhos a esta via estruturante;
10. A ligação ferroviária de Viseu tem que ser definida duma vez por todas, é preciso estabilizar o modelo e promover a sua construção, ligando Viseu a Aveiro e promovendo a ligação a Espanha.
Na Oposição ou no Governo, podem pedir-me sempre responsabilidades por estes compromissos.
Falar Verdade impõe-se, mudar de rumo também, esperamos merecer a sua confiança.
In Noticias de Viseu, 14 de Setembro de 2009
O que motiva um cidadão para a intervenção cívica, como é o caso da politica e das múltiplas actividades que desenvolvi nos últimos anos, só pode ser o amor à sua Terra, a convicção das suas ideias e o sentir que é possível continuar a fazer mais e melhor, em suma, dar o contributo activo para que os nós e os nossos filhos possamos viver melhor no futuro.
Na base deste principio, que sempre me norteou, sempre assumi como primeira fidelidade os eleitores que me elegem, apesar de me candidatar pela sigla do Partido a que sempre pertenci, sempre coloquei na primeira linha a defesa do Distrito e das suas populações, em primeiro lugar, depois a Região Centro e, obviamente o País do qual fazemos parte integrante.
Sempre ouviram a minha voz critica quando vejo outros responsáveis a colocarem o interesse do partido à frente do Distrito, ficando mudos a afrontas enormes que sofremos.
No que a esta legislatura diz respeito começamos mal, quando logo no debate do programa de governo o Primeiro Ministro, numa resposta a uma pergunta por mim colocada, dizia que não haveria qualquer Universidade Pública criada em Viseu nesta legislatura e termina ainda pior, com a anulação do concurso da auto estrada Viseu Coimbra, assunto que mereceu a minha atenção na semana passada, pelo que me abstenho de tecer mais comentários.
Com o início de um nova legislatura, bom seria que todos os candidatos assumissem os seus compromissos com frontalidade, pela minha parte discuti com os meus colegas de candidatura e assumimos dez compromissos.
1. Centrada no lema Desenvolver para Crescer, criar uma rede de Desenvolvimento que a todos una e apoiar a livre iniciativa, as micro, pequenas e médias empresas, o desenvolvimento empresarial e a captação do investimento, como forma de criar riqueza e promover o emprego;
2. O desenvolvimento sustentável é o nosso objectivo, numa região com qualidade de vida e que aposta nas energias renováveis e promove o empreendedorismo em novas áreas de negócio com futuro;
3. Travar a desertificação crescente das zonas rurais, valorizando a agricultura, apostando na fileira florestal, apoiando os jovens agricultores e construindo a Barragem da Nave para o regadio dos pomares, aumentando a produção e a qualidade;
4. Criar uma rede de solidariedade social que envolva o Estado e os Privados, para promover uma sociedade mais justa e inclusiva, dando uma especial atenção à instalação de unidades de cuidados continuados que cubram adequadamente o Distrito;
5. Criar uma rede de ensino que a todos envolva, pré-escolar, básico e secundário bem como a promoção do Ensino Superior existentes, rumo à Universidade Pública de Viseu da qual não desistimos;
6. A saúde é um dos bens mais preciosos de todos, a nossa rede distrital de saúde tem que ser eficaz, ter qualidade e estar próxima dos cidadãos; os Hospitais de Tondela, Lamego (pugnaremos pela sua conclusão dentro do prazo) e S. Teotónio (com a abertura de uma unidade de radioterapia que potencie o serviço de oncologia) são a base desta rede, que deverá proporcionar melhores serviços nas áreas da fisioterapia, imagiologia e cuidados paliativos, com diversificação de oferta e abertura de novos contratos.
7. Queremos promover uma ligação estreita entre as diferentes instituições culturais do Distrito, assumimos o apoio a esta rede e a construção do Arquivo Distrital de Viseu;
8. No domínio das acessibilidades, a prioridade vai para as ligações em auto-estrada entre Viseu – Coimbra e Mangualde – Canas de Senhorim recuperando o atraso de quatro anos e meio;
9. Desencravar o Norte do Distrito, com destaque para a elaboração do projecto do IC26, que ligará a A24 à A25 (Lamego, Tarouca, Moimenta da Beira, Sernancelhe e Trancoso) e para a melhoria da ligação dos outros Concelhos a esta via estruturante;
10. A ligação ferroviária de Viseu tem que ser definida duma vez por todas, é preciso estabilizar o modelo e promover a sua construção, ligando Viseu a Aveiro e promovendo a ligação a Espanha.
Na Oposição ou no Governo, podem pedir-me sempre responsabilidades por estes compromissos.
Falar Verdade impõe-se, mudar de rumo também, esperamos merecer a sua confiança.
In Noticias de Viseu, 14 de Setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Auto-estrada Viseu Coimbra, Mentira Socialista
A paciência tem limites e quando a areia que nos lançam para os olhos é às carradas, não tem o efeito de nos cegar mas de nos fazer ver melhor a verdade e distinguir o trigo do joio.
O que esperávamos do Partido Socialista é que se revoltasse contra o Primeiro-ministro de Portugal, que mentiu aos viseenses, por três vezes anunciou a Auto-estrada Viseu Coimbra, prometeu que a viria adjudicar até Junho de 2009.
Quem prometeu isto foi o PS, não fomos nós, quem mentiu foi o PS, não fomos nós, porque se procura agora virar o bico ao prego?
Como se pode admitir, com um mínimo de decência politica, que se venha dizer que o PSD riscou a auto-estrada do mapa, quando quem não a adjudicou foi o PS, afinal de contas quem é governo e foi durante os últimos quatro anos e meio?
Não conhecemos as razões que levaram a Comissão de Avaliação a chumbar o projecto, apenas sabemos que o orçamento era mais do dobro do que estava previsto.
Também sabemos que o concurso auto estradas do Centro foi lançado para a auto-estrada Viseu Coimbra, Mangualde Canas de Senhorim e para mais umas quantas, numa amálgama de concessões que só veio complicar o que era simples.
O Presidente da Federação Distrital do PS veio dizer que a decisão é politica, que o parecer vale o que vale.
Se assim é, porque é que o Governo não desanexa estas ligações e as adjudica cumprindo o que prometeu?
Terá o Eng.º. José Sócrates o descaramento de vir a Viseu sem cumprir a promessa da adjudicação desta importante infra-estrutura?
Se cumprir o que prometeu tem o nosso aplauso, se não o fizer, podem ter uma certeza, o futuro Governo, seja de cor for, terá que me ouvir sobre este tema, estarei sempre na primeira linha da defesa desta fundamental ligação, a minha primeira fidelidade é para aqueles que nos elegem.
Gostava de ver os Deputados Socialistas com a mesma postura, fazerem ouvir a sua voz pela promessa que o Eng.º. José Sócrates não cumpriu.
Ao invés, há cerca de um mês veio o Presidente da Federação Distrital “preparar” o caminho dizendo que a pressão do PSD poderia fazer com que a auto-estrada não avançasse.
Afinal é o parecer que não aconselha a adjudicação e manda outro dizer que é o PSD a riscar esta estrada do mapa.
Haja decência por favor, se estão de acordo com a auto-estrada Viseu Coimbra, como penso se passará com a esmagadora maioria dos viseenses, assumam-no e exijam ao Primeiro-ministro de Portugal que cumpra a promessa fazendo a adjudicação que prometeu para Junho.
Não façam deste um facto consumado desatando a acelerar como se nada se tivesse passado.
Senhores responsáveis do PS, o que se passou é que V. Exªs. não cumpriram mais uma das promessas estruturantes para o Distrito, o Primeiro-ministro veio três vezes ao Distrito fazer politica com esta obra e, com toda a certeza terá o mesmo descaramento que Vocês têm de sacudir a água do capote como se não tivessem responsabilidade nenhuma.
O Programa do PSD diz que irá reavaliar as obras públicas, e bem, só que não põe em causa o que é estruturante, como a ligação Viseu a Coimbra.
E, se por alguma situação remota o não assumisse, vos garanto que a minha voz e a dos restantes Deputados eleitos pelo Distrito não se calaria, como acontece com a vossa.
A bem do Distrito, não se procurem desculpas, assumam-se as responsabilidades.
In Noticias de Viseu, 07 de Setembro de 2009
O que esperávamos do Partido Socialista é que se revoltasse contra o Primeiro-ministro de Portugal, que mentiu aos viseenses, por três vezes anunciou a Auto-estrada Viseu Coimbra, prometeu que a viria adjudicar até Junho de 2009.
Quem prometeu isto foi o PS, não fomos nós, quem mentiu foi o PS, não fomos nós, porque se procura agora virar o bico ao prego?
Como se pode admitir, com um mínimo de decência politica, que se venha dizer que o PSD riscou a auto-estrada do mapa, quando quem não a adjudicou foi o PS, afinal de contas quem é governo e foi durante os últimos quatro anos e meio?
Não conhecemos as razões que levaram a Comissão de Avaliação a chumbar o projecto, apenas sabemos que o orçamento era mais do dobro do que estava previsto.
Também sabemos que o concurso auto estradas do Centro foi lançado para a auto-estrada Viseu Coimbra, Mangualde Canas de Senhorim e para mais umas quantas, numa amálgama de concessões que só veio complicar o que era simples.
O Presidente da Federação Distrital do PS veio dizer que a decisão é politica, que o parecer vale o que vale.
Se assim é, porque é que o Governo não desanexa estas ligações e as adjudica cumprindo o que prometeu?
Terá o Eng.º. José Sócrates o descaramento de vir a Viseu sem cumprir a promessa da adjudicação desta importante infra-estrutura?
Se cumprir o que prometeu tem o nosso aplauso, se não o fizer, podem ter uma certeza, o futuro Governo, seja de cor for, terá que me ouvir sobre este tema, estarei sempre na primeira linha da defesa desta fundamental ligação, a minha primeira fidelidade é para aqueles que nos elegem.
Gostava de ver os Deputados Socialistas com a mesma postura, fazerem ouvir a sua voz pela promessa que o Eng.º. José Sócrates não cumpriu.
Ao invés, há cerca de um mês veio o Presidente da Federação Distrital “preparar” o caminho dizendo que a pressão do PSD poderia fazer com que a auto-estrada não avançasse.
Afinal é o parecer que não aconselha a adjudicação e manda outro dizer que é o PSD a riscar esta estrada do mapa.
Haja decência por favor, se estão de acordo com a auto-estrada Viseu Coimbra, como penso se passará com a esmagadora maioria dos viseenses, assumam-no e exijam ao Primeiro-ministro de Portugal que cumpra a promessa fazendo a adjudicação que prometeu para Junho.
Não façam deste um facto consumado desatando a acelerar como se nada se tivesse passado.
Senhores responsáveis do PS, o que se passou é que V. Exªs. não cumpriram mais uma das promessas estruturantes para o Distrito, o Primeiro-ministro veio três vezes ao Distrito fazer politica com esta obra e, com toda a certeza terá o mesmo descaramento que Vocês têm de sacudir a água do capote como se não tivessem responsabilidade nenhuma.
O Programa do PSD diz que irá reavaliar as obras públicas, e bem, só que não põe em causa o que é estruturante, como a ligação Viseu a Coimbra.
E, se por alguma situação remota o não assumisse, vos garanto que a minha voz e a dos restantes Deputados eleitos pelo Distrito não se calaria, como acontece com a vossa.
A bem do Distrito, não se procurem desculpas, assumam-se as responsabilidades.
In Noticias de Viseu, 07 de Setembro de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Que dinâmica, Viseu!
Feira Franca de S. Mateus
Esta semana que marca o meio do mês de Agosto foi recheada de acontecimentos, começando pela inauguração da Feira De S. Mateus, que já vai com 617 anos, cumprindo uma boa tradição que os Viseenses sempre esperam, que faz com venham até à nossa cidades pessoas vindas dos quatro cantos do mundo, transformando-se num enorme espaço de convívio, reviver das tradições e também local de encontro.
A inaugurar este evento, o Senhor Presidente da República, que assim reconhece a importância deste evento e lhe dá o seu apoio, numa altura em que não se esperaria, face à proximidade das eleições autárquicas.
Há coisas que não se ouvem mas se intuem, o simbolismo desta presença é devido pela importância do evento mas também, estou certo, pela estatura do autarca, quase como que um tributo ao excelente trabalho feito na nossa autarquia mas também na Associação Nacional de Municípios.
O Governo também marcou presença ao mais alto nível, com a presença do Senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros
Volta a Portugal em bicicleta
Jantar de apresentação da candidatura do Dr. Fernando Ruas
Entrega da Lista de candidatos a Deputados de Viseu
In Noticias de Viseu, 21 de Agosto de 2009
Esta semana que marca o meio do mês de Agosto foi recheada de acontecimentos, começando pela inauguração da Feira De S. Mateus, que já vai com 617 anos, cumprindo uma boa tradição que os Viseenses sempre esperam, que faz com venham até à nossa cidades pessoas vindas dos quatro cantos do mundo, transformando-se num enorme espaço de convívio, reviver das tradições e também local de encontro.
A inaugurar este evento, o Senhor Presidente da República, que assim reconhece a importância deste evento e lhe dá o seu apoio, numa altura em que não se esperaria, face à proximidade das eleições autárquicas.
Há coisas que não se ouvem mas se intuem, o simbolismo desta presença é devido pela importância do evento mas também, estou certo, pela estatura do autarca, quase como que um tributo ao excelente trabalho feito na nossa autarquia mas também na Associação Nacional de Municípios.
O Governo também marcou presença ao mais alto nível, com a presença do Senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros
Volta a Portugal em bicicleta
Jantar de apresentação da candidatura do Dr. Fernando Ruas
Entrega da Lista de candidatos a Deputados de Viseu
In Noticias de Viseu, 21 de Agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Incompetência socialista, a auto-estrada Viseu Coimbra é só um exemplo
Ao contrário do que é habitual o mês de Agosto está ao rubro, a politica não foi de férias, os candidatos autárquicos e a Deputados esfalfam-se para fazerem passar as suas mensagens, normal em Democracia.
No que a Viseu diz respeito mais uma vez tive razão antes do tempo, veja-se o parecer da Comissão de Avaliação do Concurso das auto-estradas do Centro que propõe a anulação com o argumento de que o valor é mais do dobro do orçamentado.
Várias questões se levantam com esta decisão da Comissão:
Primeiro: Desde logo a pergunta que todos fazemos, foram precisos quatro anos e meios para isto? Um mandato completo para voltarmos ao ponto de partida, quando já o Governo do PSD tinha deixado definido o corredor e o projecto em fase de execução, convenhamos que é muito pouco.
Segundo: Por outro lado, como é que o Primeiro-ministro e os responsáveis locais do PS podem ter a lata de se desculparem com uma promessa feita e assumida, quer nas funções institucionais, quer partidárias? Todos ouvimos a promessa de que a adjudicação seria efectuada até ao fim do primeiro semestre.
Terceiro: Se o PS exerce o poder ao longo de quatro anos e meio porque não colocou há mais tempo a concurso esta obra e se vem desculpar agora com as declarações do Senhor Presidente da República e imputar responsabilidades à líder do PSD? Quem tem o poder deve exercê-lo, desculpas de mau pagador não são admissíveis.
Quarto: Se a auto-estrada Viseu Coimbra e a finalização do IC12 Mangualde Canas de Senhorim eram uma prioridade reconhecida, porque não se abriu, pura e simplesmente um concurso para estas duas estradas e se juntaram mais umas quantas que nada têm a ver com Viseu? Trata-se de mais uma megalomania do PS, uma mega obra para afastar as pequenas e médias empresas dos concursos públicos, com o resultado que se está a ver.
Quinto e último, como se pode admitir que um concurso que demorou quatro anos e meio a preparar venha a ter uma derrapagem, logo nesta fase, para mais do dobro do orçamentado?
É preciso apurar responsáveis, é inadmissível que situações destas aconteçam, é incompetência a mais.
Não se entende esta demora e não se acredita nas promessas continuadas de quem já nos enganou tantas vezes, mais uma vez o Distrito a ser penalizado naquilo que é mais estruturante, tudo o que era fundamental para o nosso desenvolvimento ficou por fazer.
Agora, andam os Deputados e candidatos do PS a visitarem instituições que se candidataram a apoios do Estado, sejam do orçamento do estado ou do QREN, procurando capitalizar com o mérito dos outros, com a capacidade das instituições, procurando fazer figura com o trabalho que não fizeram.
O que apreciávamos é que estivessem a visitar as obras da construção da auto-estrada Viseu Coimbra ou do IC12 Mangualde Canas de Senhorim, ou a apresentarem o concurso do IC26 que ligaria a A24 à A25, desencravando o norte do Distrito, ou a Universidade Pública, o novo Arquivo Distrital, a Escola de Ranhados, as três Unidades de Saúde Familiar que vinham substituir o Centro de Saúde 2 ou o início da ligação ferroviária…, um rol de questões fundamentais para o nosso desenvolvimento que ficaram por fazer.
Por último, não resisto à caricatura do candidato à Câmara de Viseu vir anunciar que 450 agentes da PSP pediram transferência para Viseu, como se isso resolvesse o grave problema de efectivos da PSP; se era assim tão simples, porque é que em quatro anos e meio deixaram envelhecer o corpo de efectivos e reduzir o seu número?
Clarividente foi a observação do candidato socialista Simões de Almeida ao desdizer o candidato à autarquia argumentando que, se as transferências fossem aceites, ficavam os distritos de onde são oriundos os Agentes despidos.
De facto, quando o “lençol” é pequeno, tapa-se de um lado e destapa-se do outro, mais uma vez vem ao de cima a fragilidade da argumentação do candidato socialista à CMV, que na ânsia de tudo colocar em causa, passa a vida a dar tiros no pé, embora algumas vezes corrigido pelo seus acompanhantes.
In Diário de Viseu, 14 de Agosto de 2009
No que a Viseu diz respeito mais uma vez tive razão antes do tempo, veja-se o parecer da Comissão de Avaliação do Concurso das auto-estradas do Centro que propõe a anulação com o argumento de que o valor é mais do dobro do orçamentado.
Várias questões se levantam com esta decisão da Comissão:
Primeiro: Desde logo a pergunta que todos fazemos, foram precisos quatro anos e meios para isto? Um mandato completo para voltarmos ao ponto de partida, quando já o Governo do PSD tinha deixado definido o corredor e o projecto em fase de execução, convenhamos que é muito pouco.
Segundo: Por outro lado, como é que o Primeiro-ministro e os responsáveis locais do PS podem ter a lata de se desculparem com uma promessa feita e assumida, quer nas funções institucionais, quer partidárias? Todos ouvimos a promessa de que a adjudicação seria efectuada até ao fim do primeiro semestre.
Terceiro: Se o PS exerce o poder ao longo de quatro anos e meio porque não colocou há mais tempo a concurso esta obra e se vem desculpar agora com as declarações do Senhor Presidente da República e imputar responsabilidades à líder do PSD? Quem tem o poder deve exercê-lo, desculpas de mau pagador não são admissíveis.
Quarto: Se a auto-estrada Viseu Coimbra e a finalização do IC12 Mangualde Canas de Senhorim eram uma prioridade reconhecida, porque não se abriu, pura e simplesmente um concurso para estas duas estradas e se juntaram mais umas quantas que nada têm a ver com Viseu? Trata-se de mais uma megalomania do PS, uma mega obra para afastar as pequenas e médias empresas dos concursos públicos, com o resultado que se está a ver.
Quinto e último, como se pode admitir que um concurso que demorou quatro anos e meio a preparar venha a ter uma derrapagem, logo nesta fase, para mais do dobro do orçamentado?
É preciso apurar responsáveis, é inadmissível que situações destas aconteçam, é incompetência a mais.
Não se entende esta demora e não se acredita nas promessas continuadas de quem já nos enganou tantas vezes, mais uma vez o Distrito a ser penalizado naquilo que é mais estruturante, tudo o que era fundamental para o nosso desenvolvimento ficou por fazer.
Agora, andam os Deputados e candidatos do PS a visitarem instituições que se candidataram a apoios do Estado, sejam do orçamento do estado ou do QREN, procurando capitalizar com o mérito dos outros, com a capacidade das instituições, procurando fazer figura com o trabalho que não fizeram.
O que apreciávamos é que estivessem a visitar as obras da construção da auto-estrada Viseu Coimbra ou do IC12 Mangualde Canas de Senhorim, ou a apresentarem o concurso do IC26 que ligaria a A24 à A25, desencravando o norte do Distrito, ou a Universidade Pública, o novo Arquivo Distrital, a Escola de Ranhados, as três Unidades de Saúde Familiar que vinham substituir o Centro de Saúde 2 ou o início da ligação ferroviária…, um rol de questões fundamentais para o nosso desenvolvimento que ficaram por fazer.
Por último, não resisto à caricatura do candidato à Câmara de Viseu vir anunciar que 450 agentes da PSP pediram transferência para Viseu, como se isso resolvesse o grave problema de efectivos da PSP; se era assim tão simples, porque é que em quatro anos e meio deixaram envelhecer o corpo de efectivos e reduzir o seu número?
Clarividente foi a observação do candidato socialista Simões de Almeida ao desdizer o candidato à autarquia argumentando que, se as transferências fossem aceites, ficavam os distritos de onde são oriundos os Agentes despidos.
De facto, quando o “lençol” é pequeno, tapa-se de um lado e destapa-se do outro, mais uma vez vem ao de cima a fragilidade da argumentação do candidato socialista à CMV, que na ânsia de tudo colocar em causa, passa a vida a dar tiros no pé, embora algumas vezes corrigido pelo seus acompanhantes.
In Diário de Viseu, 14 de Agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Incompetência Socialista
Quem esteve quatro anos e meio à frente da governação do País, com maioria absoluta, não tem desculpas, não pode duma forma cândida imputar responsabilidades a terceiros ou aparecer a apresentar soluções, como se não tivesse qualquer responsabilidade.
No final das legislaturas, é tempo de balanço, o PS só não cumpriu porque não quis ou não teve competência para tal, tudo o que era estruturante ficou por fazer.
Veja-se o exemplo máximo que é a escandalosa situação da auto- estrada Viseu Coimbra e da conclusão do IC12 que liga Mangualde a Canas de Senhorim.
Mais uma vez tive razão antes do tempo, veja-se o parecer da Comissão de Avaliação do Concurso das auto-estradas do Centro que propõe a anulação com o argumento de que o valor é mais do dobro do orçamentado.
Desde logo, esta conclusão coloca em causa o rigor com que estes concursos são feitos, como se pode demorar quatro anos e meio, lançar um mega concurso e falhar na base orçamental do mesmo, não é isto incompetência?
Por outro lado, foi o PS que governou o País deixando para o fim do mandato esta importante decisão para o nosso Distrito, é inaceitável que se procurem imputar responsabilidades ao senhor Presidente da República e à líder do PSD.
O que os viseenses esperavam é que um coro de vozes de protesto se levantasse, com os responsáveis socialistas à cabeça, afinal de contas não foi esta uma promessa do senhor Primeiro Ministro, não houve um compromisso de adjudicação da auto estrada Viseu Coimbra até ao final do primeiro semestre?
Não nos tranquilizam as palavras do líder distrital do PS, dizendo que tem garantias que o Governo irá fazer esta fundamental obra e que espera por explicações.
Agora é tarde, está-se a ver o desfecho.
Por mais que os Deputados e candidatos do PS se desdobrem em visitas, ainda para mais a instituições que se candidataram a apoios do Estado, sejam do orçamento do estado ou do QREN, procurando capitalizar com o mérito dos outros, com a capacidade das instituições, procurando fazer figura com o trabalho que não fizeram, a verdade está à vista de todos.
Parece que andam a cobrar as facturas dos apoios que, legitimamente receberam, deste ou de qualquer outro Governo.
O que apreciávamos é que estivessem a visitar as obras da construção da auto-estrada Viseu Coimbra ou do IC12 Mangualde Canas de Senhorim, ou a apresentarem o concurso do IC26 que ligaria a A24 à A25, desencravando o norte do Distrito, ou a Universidade Pública, ou novo Arquivo Distrital, ou a Escola de Ranhados, ou as três Unidades de Saúde Familiar que vinham substituir o Centro de Saúde 2 ou o início da ligação ferroviária…, um rol de questões fundamentais para o nosso desenvolvimento que ficaram por fazer num longo mandato de quatro anos e meio de maioria absoluta.
Por último, não resisto à caricatura do candidato à Câmara vir anunciar que 450 agentes da PSP pediram transferência para Viseu, como se isso resolvesse o grave problema de efectivos da PSP; se era assim tão simples, porque é que em quatro anos e meio deixaram envelhecer o corpo de efectivos e reduzir o seu número?
Clarividente foi a observação do candidato socialista Simões de Almeida ao desdizer o candidato à autarquia argumentando que, se as transferências fossem aceites, ficavam os distritos de onde são oriundos os Agentes despidos.
De facto, quando o “lençol” é pequeno, tapa-se de um lado e destapa-se do outro, mais uma vez vem ao de cima a fragilidade da argumentação do candidato socialista à CMV, que na ânsia de tudo colocar em causa, passa a vida a dar tiros no pé, embora algumas vezes corrigido pelo seus acompanhantes.
Incompetências socialistas!
In Noticias de Viseu, 13 de Agosto de 2009
No final das legislaturas, é tempo de balanço, o PS só não cumpriu porque não quis ou não teve competência para tal, tudo o que era estruturante ficou por fazer.
Veja-se o exemplo máximo que é a escandalosa situação da auto- estrada Viseu Coimbra e da conclusão do IC12 que liga Mangualde a Canas de Senhorim.
Mais uma vez tive razão antes do tempo, veja-se o parecer da Comissão de Avaliação do Concurso das auto-estradas do Centro que propõe a anulação com o argumento de que o valor é mais do dobro do orçamentado.
Desde logo, esta conclusão coloca em causa o rigor com que estes concursos são feitos, como se pode demorar quatro anos e meio, lançar um mega concurso e falhar na base orçamental do mesmo, não é isto incompetência?
Por outro lado, foi o PS que governou o País deixando para o fim do mandato esta importante decisão para o nosso Distrito, é inaceitável que se procurem imputar responsabilidades ao senhor Presidente da República e à líder do PSD.
O que os viseenses esperavam é que um coro de vozes de protesto se levantasse, com os responsáveis socialistas à cabeça, afinal de contas não foi esta uma promessa do senhor Primeiro Ministro, não houve um compromisso de adjudicação da auto estrada Viseu Coimbra até ao final do primeiro semestre?
Não nos tranquilizam as palavras do líder distrital do PS, dizendo que tem garantias que o Governo irá fazer esta fundamental obra e que espera por explicações.
Agora é tarde, está-se a ver o desfecho.
Por mais que os Deputados e candidatos do PS se desdobrem em visitas, ainda para mais a instituições que se candidataram a apoios do Estado, sejam do orçamento do estado ou do QREN, procurando capitalizar com o mérito dos outros, com a capacidade das instituições, procurando fazer figura com o trabalho que não fizeram, a verdade está à vista de todos.
Parece que andam a cobrar as facturas dos apoios que, legitimamente receberam, deste ou de qualquer outro Governo.
O que apreciávamos é que estivessem a visitar as obras da construção da auto-estrada Viseu Coimbra ou do IC12 Mangualde Canas de Senhorim, ou a apresentarem o concurso do IC26 que ligaria a A24 à A25, desencravando o norte do Distrito, ou a Universidade Pública, ou novo Arquivo Distrital, ou a Escola de Ranhados, ou as três Unidades de Saúde Familiar que vinham substituir o Centro de Saúde 2 ou o início da ligação ferroviária…, um rol de questões fundamentais para o nosso desenvolvimento que ficaram por fazer num longo mandato de quatro anos e meio de maioria absoluta.
Por último, não resisto à caricatura do candidato à Câmara vir anunciar que 450 agentes da PSP pediram transferência para Viseu, como se isso resolvesse o grave problema de efectivos da PSP; se era assim tão simples, porque é que em quatro anos e meio deixaram envelhecer o corpo de efectivos e reduzir o seu número?
Clarividente foi a observação do candidato socialista Simões de Almeida ao desdizer o candidato à autarquia argumentando que, se as transferências fossem aceites, ficavam os distritos de onde são oriundos os Agentes despidos.
De facto, quando o “lençol” é pequeno, tapa-se de um lado e destapa-se do outro, mais uma vez vem ao de cima a fragilidade da argumentação do candidato socialista à CMV, que na ânsia de tudo colocar em causa, passa a vida a dar tiros no pé, embora algumas vezes corrigido pelo seus acompanhantes.
Incompetências socialistas!
In Noticias de Viseu, 13 de Agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Novo Sistema de Normalização Contabilística já em Janeiro 2010
Fui sensibilizado há cerca de três meses, por um membro da Comissão que trabalhou no novo Novo Sistema de Normalização Contabilística, aprovado no dia 23 de Abril de 2009 pelo Governo e que revoga o Plano Oficial de Contabilidade (POC), da eventualidade de este instrumento entrar em vigor em Janeiro de 2010.
Esta profunda alteração não terá impacto nas empresas cotadas nem nas que, sendo exportadoras ou com presença no mercado internacional, já utilizavam as Normas de Intervenção Contabilística (NIC), sendo o que o seu principal vector é o conceito de Justo Valor e visa a “aproximação aos padrões internacionais em matéria de
normalização contabilística, nomeadamente com as Normas Internacionais de contabilidade do International Accounting Standards Board (IASB)”.
Também neste Conselho de Ministros foi anunciada a aprovação de um diploma que vem alterar o Código do IRC, adaptando as regras de determinação do lucro tributável às normas internacionais de contabilidade e os normativos nacionais que adaptarão a contabilidade das empresas a estas novas normas.
Não colocando em causa a importância desta alteração, preocupa-me o facto de faltarem apenas cinco meses para a sua entrada em vigor, sendo que temos as férias de permeio.
Será que as empresas, os TOC e os ROC estão preparados para esta grande mudança?
Pelo que me apercebo esta mudança implicará alterações de software de gestão, uma nova fórmula de contabilização que implicará refazer as contas à data de Janeiro de 2009, para se estabelecer a comparação em Janeiro de 2010, para já não falar da eventualidade de algumas empresas terem que investir em hardware.
Talvez esteja a ver mal o problema, mas numa conjuntura como esta não será colocar mais pressão sobre as empresas bem como investimento num momento em que as disponibilidades são as que conhecemos.
Esta alteração afectará a esmagadora maioria dos 94% (265.619) de empresas que facturam até dois milhões de euros, admitindo que os restantes 6% já tenham adoptado estes novos procedimentos.
O que justifica esta pressa que o Governo está a colocar na entrada em vigor deste novo regime?
Também não entendo o silêncio dos TOC e dos ROC, ou estou enganado e será pacifica e sem custos esta profunda alteração.
Estas linhas não têm mais nenhum objectivo do que lançar a discussão, para não deixarmos para a última hora e, à pressa, andarmos a pressionar o Governo para prorrogar este prazo
Este novo normativo irá implicar profundas alterações na contabilidade das empresas, reformulação de processos e sistemas, formação de pessoas e aquisição de novos sistemas informáticos de gestão, será oportuno em contexto de crise económica?
In Noticias de Viseu, 07 de Agosto de 2009
Esta profunda alteração não terá impacto nas empresas cotadas nem nas que, sendo exportadoras ou com presença no mercado internacional, já utilizavam as Normas de Intervenção Contabilística (NIC), sendo o que o seu principal vector é o conceito de Justo Valor e visa a “aproximação aos padrões internacionais em matéria de
normalização contabilística, nomeadamente com as Normas Internacionais de contabilidade do International Accounting Standards Board (IASB)”.
Também neste Conselho de Ministros foi anunciada a aprovação de um diploma que vem alterar o Código do IRC, adaptando as regras de determinação do lucro tributável às normas internacionais de contabilidade e os normativos nacionais que adaptarão a contabilidade das empresas a estas novas normas.
Não colocando em causa a importância desta alteração, preocupa-me o facto de faltarem apenas cinco meses para a sua entrada em vigor, sendo que temos as férias de permeio.
Será que as empresas, os TOC e os ROC estão preparados para esta grande mudança?
Pelo que me apercebo esta mudança implicará alterações de software de gestão, uma nova fórmula de contabilização que implicará refazer as contas à data de Janeiro de 2009, para se estabelecer a comparação em Janeiro de 2010, para já não falar da eventualidade de algumas empresas terem que investir em hardware.
Talvez esteja a ver mal o problema, mas numa conjuntura como esta não será colocar mais pressão sobre as empresas bem como investimento num momento em que as disponibilidades são as que conhecemos.
Esta alteração afectará a esmagadora maioria dos 94% (265.619) de empresas que facturam até dois milhões de euros, admitindo que os restantes 6% já tenham adoptado estes novos procedimentos.
O que justifica esta pressa que o Governo está a colocar na entrada em vigor deste novo regime?
Também não entendo o silêncio dos TOC e dos ROC, ou estou enganado e será pacifica e sem custos esta profunda alteração.
Estas linhas não têm mais nenhum objectivo do que lançar a discussão, para não deixarmos para a última hora e, à pressa, andarmos a pressionar o Governo para prorrogar este prazo
Este novo normativo irá implicar profundas alterações na contabilidade das empresas, reformulação de processos e sistemas, formação de pessoas e aquisição de novos sistemas informáticos de gestão, será oportuno em contexto de crise económica?
In Noticias de Viseu, 07 de Agosto de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)