O lema Viseu somos todos nós reflecte duma forma feliz a partilha dos bons resultados de Viseu, afinal de contas o salto que o nosso Concelho deu nestes últimos 20 anos é fruto de uma liderança firme e de uma sociedade dinâmica com Pessoas determinadas, com associações e empresas que têm percebido o seu papel no nosso desenvolvimento e, ao mesmo tempo, é uma assumpção humilde de partilha dos sucessos.
Desde a primeira candidatura, centrada no lema “Levar o Rossio às Aldeias”, grande foi o salto que deu o nosso Concelho, no diminuir das assimetrias entre a cidade e as aldeias, no desenvolvimento económico, na dinâmica do ensino nas suas diferentes vertentes, na cultura e no desporto, no apoio aos jovens e aos seniores, um percurso que a todos nos orgulha, uma autêntica “onda” de envolvimento de todos os cidadãos.
Sentimo-nos orgulhosos quando recebemos visitas e ouvimos os elogios ao salto que conseguimos dar, ao facto de sermos um dos poucos Concelhos do interior que conseguiu fugir ao fatalismo da desertificação, o elogio à harmonia dos nossos jardins, ao civismo da cidade que a tornam na mais limpa, para já não falar do desenvolvimento urbanístico.
Como balanço de mais quatro anos de mandato, salta à vista a capacidade concretizadora desta autarquia, só manchada pela sucessiva falta de comparência aos compromissos por parte da administração central e do governo socialista.
À cabeça, a enorme frustração de colocar na prateleira a criação da Universidade Pública de Viseu, um projecto de grande valor que envolvia empresários, duas Universidades internacionais, uma empresa multinacional na área da saúde, vivemos quatro anos de vazio, o PS rejeitou o projecto apresentado pelo Governo de Durão Barroso e não apresentou nenhuma alternativa.
A Grande Área Metropolitana de Viseu, que tanto trabalho deu a implantar no terreno, foi ceifada pelo Governo do PS, colocada em banho -maria durante mais de dois anos e por fim substituída por uma entidade forçada pelo poder central que mais não é do que uma plataforma de gestão de fundos comunitários, mais um sonho em grande que ficou pelo caminho.
A ligação de Viseu à via férrea era um tema presente, discutia-se a ligação à linha da Beira Alta ou a construção de uma nova via que ligaria Aveiro a Viseu e à referida linha; com a miragem do TGV, prometido à exaustão, tudo é colocado na gaveta e Viseu continua a ver passar os comboios, mas longe, … mais um sonho também adiado para data incerta.
A auto estrada Viseu Coimbra estava desbloqueada com o Governo de Durão Barroso e com o corredor definido, um mandato socialista depois, parece estar em causa a adjudicação desta obra fundamental; por mais desculpas que o líder socialista procure inventar, a única responsabilidade por mais este adiamento pertence ao Governo PS, afinal de contas está no poder há mais de quatro anos e meio e teve muito tempo para tratar deste assunto, não se deixa para fim de legislatura.
E que dizer do não cumprimento do contrato assinado que levaria à construção da Escola de Ranhados, adiada sucessivamente com desculpas de mau pagador, mais uma obra da responsabilidade do poder central que nem começou.
O Arquivo Distrital é mais outra má prestação do Governo socialista, adiamentos atrás de adiamentos, sabemos agora que o projecto está em fase de remodelação e que nem candidatura existe a esta infra-estrutura.
Em suma, nada do que era estruturante e da responsabilidade do poder central avançou neste mandato, em contraste com a capacidade concretizadora da autarquia, de facto Viseu somos todos nós, mas há viseenses com grande responsabilidade que nada fizeram para contrariar este movimento constante de penalização de Viseu, por parte do poder socialista.
Faz bem , Dr. Fernando Ruas, em não deixar cair estas bandeiras, em as eleger como principais pilares da sua recandidatura.
Os viseenses são pessoas reconhecidas, sabem apreciar o trabalho, as sucessivas vitórias do PSD na autarquia são prova disso.
Neste último mandato do Dr. Fernando Ruas, a melhor forma de lhe dar a confiança e o reconhecimento pelo abnegado trabalho por Viseu, seria elege-lo com um resultado histórico, reforçando a actual maioria, estou convicto que os viseenses concordarão com este meu pensamento.
In Noticias de Viseu, 23 de Julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Viseu somos todos nós
Com uma dinâmica impressionante, o Dr. Fernando Ruas apresentou no Hotel Grão Vasco a sua recandidatura à Câmara de Viseu, numa sala a abarrotar de pessoas representativas de toda a sociedade viseense, da cidade e das diferentes freguesias, sentiu-se a estima e reconhecimento que todos nutrem pelo nosso Presidente, um anúncio já esperado e desejado.
O lema Viseu somos todos nós reflecte duma forma feliz a partilha dos bons resultados com todos os viseenses, afinal de contas o salto que Viseu deu nestes últimos 20 anos é fruto de uma liderança firme e de uma sociedade dinâmica com Pessoas determinadas, com associações e empresas que têm percebido o seu papel no nosso desenvolvimento e, ao mesmo tempo, é uma assumpção humilde de partilha dos sucessos.
Desde a primeira candidatura, centrada no lema “Levar o Rossio às Aldeias”, grande foi o salto que deu o nosso Concelho, no diminuir das assimetrias entre a cidade e as aldeias, no desenvolvimento económico, na dinâmica do ensino nas suas diferentes vertentes, na cultura e no desporto, no apoio aos jovens e aos seniores, um percurso que a todos nos orgulha, uma autêntica “onda” de envolvimento de todos os cidadãos.
Sentimo-nos orgulhosos quando recebemos visitas e ouvimos os elogios ao salto que conseguimos dar, ao facto de sermos um dos poucos Concelhos do interior que conseguiu fugir ao fatalismo da desertificação, o elogio à harmonia dos nossos jardins, ao civismo da cidade que a tornam na mais limpa, para já não falar do desenvolvimento urbanístico.
A este propósito é justo reconhecer a estabilidade no responsável por esta área na autarquia, refiro-me ao Engº. Sousa, pessoa que tem garantido uma linha de continuidade nos últimos trinta anos, com grande sabedoria e conhecimento técnico, que o colocam entre as pessoas mais respeitáveis e conhecedoras em matéria de urbanismo a nível nacional.
Como balanço de mais quatro anos de mandato, salta à vista a capacidade concretizadora desta autarquia, só manchada pela sucessiva falta de comparência aos compromissos por parte da administração central e do governo socialista.
À cabeça, a enorme frustração de colocar na prateleira a criação da Universidade Pública de Viseu, um projecto de grande valor que envolvia empresários, duas Universidades internacionais, uma empresa multinacional na área da saúde, vivemos quatro anos de vazio, o PS rejeitou o projecto apresentado pelo Governo de Durão Barroso e não apresentou nenhuma alternativa.
A Grande Área Metropolitana de Viseu, que tanto trabalho deu a implantar no terreno, foi ceifada pelo Governo do PS, colocada em banho -maria durante mais de dois anos e por fim substituída por uma entidade forçada pelo poder central que mais não é do que uma plataforma de gestão de fundos comunitários, mais um sonho em grande que ficou pelo caminho.
A ligação de Viseu à via férrea era um tema presente, discutia-se a ligação à linha da Beira Alta ou a construção de uma nova via que ligaria Aveiro a Viseu e à referida linha; com a miragem do TGV, prometido à exaustão, tudo é colocado na gaveta e Viseu continua a ver passar os comboios, mas longe, … mais um sonho também adiado para data incerta.
A auto estrada Viseu Coimbra estava desbloqueada com o Governo de Durão Barroso e com o corredor definido, um mandato socialista depois, parece estar em causa a adjudicação desta obra fundamental; por mais desculpas que o líder socialista procure inventar, a única responsabilidade por mais este adiamento pertence ao Governo PS, afinal de contas está no poder há mais de quatro anos e meio e teve muito tempo para tratar deste assunto, não se deixa para fim de legislatura.
E que dizer do não cumprimento do contrato assinado que levaria à construção da Escola de Ranhados, adiada sucessivamente com desculpas de mau pagador, mais uma obra da responsabilidade do poder central que nem começou.
O Arquivo Distrital é mais outra má prestação do Governo socialista, adiamentos atrás de adiamentos, sabemos agora que o projecto está em fase de remodelação e que nem candidatura existe a esta infra-estrutura.
Em suma, nada do que era estruturante e da responsabilidade do poder central avançou neste mandato, em contraste com a capacidade concretizadora da autarquia, de facto Viseu somos todos nós, mas há viseenses com grande responsabilidade que nada fizeram para contrariar este movimento constante de penalização de Viseu, por parte do poder socialista.
Há viseenses com responsabilidades que se auto excluem da defesa da nossa terra, numa atitude subserviente que de pouco lhes serve.
Veja-se o caso do Dr. Miguel Ginestal, o líder a quem tantos fretes fez, não deixou de lhe tirar o tapete.
A nossa lealdade, em primeira linha, é às nossas gentes, aos que em nós confiam, acima dos interesses partidários.
Faz bem , Dr. Fernando Ruas, em não deixar cair estas bandeiras, em as eleger como principais pilares da sua recandidatura.
Sabemos que a autarquia continuará o percurso a que já nos habituou, só faltou mesmo um poder central a puxar da mesma forma por Viseu e ainda mais longe teríamos chegado.
Os viseenses são pessoas reconhecidas, sabem apreciar o trabalho, as sucessivas vitórias do PSD na autarquia são prova disso.
Neste último mandato do Dr. Fernando Ruas, a melhor forma de lhe dar a confiança e o reconhecimento pelo abnegado trabalho por Viseu, seria elege-lo com um resultado histórico, reforçando a actual maioria, estou convicto que os viseenses concordarão com este meu pensamento.
In Diário de Viseu, 23 de Julho de 2009
O lema Viseu somos todos nós reflecte duma forma feliz a partilha dos bons resultados com todos os viseenses, afinal de contas o salto que Viseu deu nestes últimos 20 anos é fruto de uma liderança firme e de uma sociedade dinâmica com Pessoas determinadas, com associações e empresas que têm percebido o seu papel no nosso desenvolvimento e, ao mesmo tempo, é uma assumpção humilde de partilha dos sucessos.
Desde a primeira candidatura, centrada no lema “Levar o Rossio às Aldeias”, grande foi o salto que deu o nosso Concelho, no diminuir das assimetrias entre a cidade e as aldeias, no desenvolvimento económico, na dinâmica do ensino nas suas diferentes vertentes, na cultura e no desporto, no apoio aos jovens e aos seniores, um percurso que a todos nos orgulha, uma autêntica “onda” de envolvimento de todos os cidadãos.
Sentimo-nos orgulhosos quando recebemos visitas e ouvimos os elogios ao salto que conseguimos dar, ao facto de sermos um dos poucos Concelhos do interior que conseguiu fugir ao fatalismo da desertificação, o elogio à harmonia dos nossos jardins, ao civismo da cidade que a tornam na mais limpa, para já não falar do desenvolvimento urbanístico.
A este propósito é justo reconhecer a estabilidade no responsável por esta área na autarquia, refiro-me ao Engº. Sousa, pessoa que tem garantido uma linha de continuidade nos últimos trinta anos, com grande sabedoria e conhecimento técnico, que o colocam entre as pessoas mais respeitáveis e conhecedoras em matéria de urbanismo a nível nacional.
Como balanço de mais quatro anos de mandato, salta à vista a capacidade concretizadora desta autarquia, só manchada pela sucessiva falta de comparência aos compromissos por parte da administração central e do governo socialista.
À cabeça, a enorme frustração de colocar na prateleira a criação da Universidade Pública de Viseu, um projecto de grande valor que envolvia empresários, duas Universidades internacionais, uma empresa multinacional na área da saúde, vivemos quatro anos de vazio, o PS rejeitou o projecto apresentado pelo Governo de Durão Barroso e não apresentou nenhuma alternativa.
A Grande Área Metropolitana de Viseu, que tanto trabalho deu a implantar no terreno, foi ceifada pelo Governo do PS, colocada em banho -maria durante mais de dois anos e por fim substituída por uma entidade forçada pelo poder central que mais não é do que uma plataforma de gestão de fundos comunitários, mais um sonho em grande que ficou pelo caminho.
A ligação de Viseu à via férrea era um tema presente, discutia-se a ligação à linha da Beira Alta ou a construção de uma nova via que ligaria Aveiro a Viseu e à referida linha; com a miragem do TGV, prometido à exaustão, tudo é colocado na gaveta e Viseu continua a ver passar os comboios, mas longe, … mais um sonho também adiado para data incerta.
A auto estrada Viseu Coimbra estava desbloqueada com o Governo de Durão Barroso e com o corredor definido, um mandato socialista depois, parece estar em causa a adjudicação desta obra fundamental; por mais desculpas que o líder socialista procure inventar, a única responsabilidade por mais este adiamento pertence ao Governo PS, afinal de contas está no poder há mais de quatro anos e meio e teve muito tempo para tratar deste assunto, não se deixa para fim de legislatura.
E que dizer do não cumprimento do contrato assinado que levaria à construção da Escola de Ranhados, adiada sucessivamente com desculpas de mau pagador, mais uma obra da responsabilidade do poder central que nem começou.
O Arquivo Distrital é mais outra má prestação do Governo socialista, adiamentos atrás de adiamentos, sabemos agora que o projecto está em fase de remodelação e que nem candidatura existe a esta infra-estrutura.
Em suma, nada do que era estruturante e da responsabilidade do poder central avançou neste mandato, em contraste com a capacidade concretizadora da autarquia, de facto Viseu somos todos nós, mas há viseenses com grande responsabilidade que nada fizeram para contrariar este movimento constante de penalização de Viseu, por parte do poder socialista.
Há viseenses com responsabilidades que se auto excluem da defesa da nossa terra, numa atitude subserviente que de pouco lhes serve.
Veja-se o caso do Dr. Miguel Ginestal, o líder a quem tantos fretes fez, não deixou de lhe tirar o tapete.
A nossa lealdade, em primeira linha, é às nossas gentes, aos que em nós confiam, acima dos interesses partidários.
Faz bem , Dr. Fernando Ruas, em não deixar cair estas bandeiras, em as eleger como principais pilares da sua recandidatura.
Sabemos que a autarquia continuará o percurso a que já nos habituou, só faltou mesmo um poder central a puxar da mesma forma por Viseu e ainda mais longe teríamos chegado.
Os viseenses são pessoas reconhecidas, sabem apreciar o trabalho, as sucessivas vitórias do PSD na autarquia são prova disso.
Neste último mandato do Dr. Fernando Ruas, a melhor forma de lhe dar a confiança e o reconhecimento pelo abnegado trabalho por Viseu, seria elege-lo com um resultado histórico, reforçando a actual maioria, estou convicto que os viseenses concordarão com este meu pensamento.
In Diário de Viseu, 23 de Julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Novo Sistema de Normalização Contabilística já em Janeiro 2010
Fui sensibilizado há cerca de três meses, por um membro da Comissão que trabalhou no novo Novo Sistema de Normalização Contabilística, aprovado no dia 23 de Abril de 2009 pelo Governo e que revoga o Plano Oficial de Contabilidade (POC), da eventualidade de este instrumento entrar em vigor em Janeiro de 2010.
Esta profunda alteração não terá impacto nas empresas cotadas nem nas que, sendo exportadoras ou com presença no mercado internacional, já utilizavam as Normas de Intervenção Contabilística (NIC), sendo o que o seu principal vector é o conceito de Justo Valor e visa a “aproximação aos padrões internacionais em matéria de
normalização contabilística, nomeadamente com as Normas Internacionais de contabilidade do International Accounting Standards Board (IASB)”.
Também neste Conselho de Ministros foi anunciada a aprovação de um diploma que vem alterar o Código do IRC, adaptando as regras de determinação do lucro tributável às normas internacionais de contabilidade e os normativos nacionais que adaptarão a contabilidade das empresas a estas novas normas.
Não colocando em causa a importância desta alteração, preocupa-me o facto de faltarem apenas cinco meses para a sua entrada em vigor, sendo que temos as férias de permeio.
Será que as empresas, os TOC e os ROC estão preparados para esta grande mudança?
Pelo que me apercebo esta mudança implicará alterações de software de gestão, uma nova fórmula de contabilização que implicará refazer as contas à data de Janeiro de 2009, para se estabelecer a comparação em Janeiro de 2010, para já não falar da eventualidade de algumas empresas terem que investir em hardware.
Talvez esteja a ver mal o problema, mas numa conjuntura como esta não será colocar mais pressão sobre as empresas bem como investimento num momento em que as disponibilidades são as que conhecemos.
Esta alteração afectará a esmagadora maioria dos 94% (265.619) de empresas que facturam até dois milhões de euros, admitindo que os restantes 6% já tenham adoptado estes novos procedimentos.
O que justifica esta pressa que o Governo está a colocar na entrada em vigor deste novo regime?
Também não entendo o silêncio dos TOC e dos ROC, ou estou enganado e será pacifica e sem custos esta profunda alteração.
Estas linhas não têm mais nenhum objectivo do que lançar a discussão, para não deixarmos para a última hora e, à pressa, andarmos a pressionar o Governo para prorrogar este prazo
Este novo normativo irá implicar profundas alterações na contabilidade das empresas, reformulação de processos e sistemas, formação de pessoas e aquisição de novos sistemas informáticos de gestão, será oportuno em contexto de crise económica?
In Jornal de Negócios, 22 de Julho de 2009
Esta profunda alteração não terá impacto nas empresas cotadas nem nas que, sendo exportadoras ou com presença no mercado internacional, já utilizavam as Normas de Intervenção Contabilística (NIC), sendo o que o seu principal vector é o conceito de Justo Valor e visa a “aproximação aos padrões internacionais em matéria de
normalização contabilística, nomeadamente com as Normas Internacionais de contabilidade do International Accounting Standards Board (IASB)”.
Também neste Conselho de Ministros foi anunciada a aprovação de um diploma que vem alterar o Código do IRC, adaptando as regras de determinação do lucro tributável às normas internacionais de contabilidade e os normativos nacionais que adaptarão a contabilidade das empresas a estas novas normas.
Não colocando em causa a importância desta alteração, preocupa-me o facto de faltarem apenas cinco meses para a sua entrada em vigor, sendo que temos as férias de permeio.
Será que as empresas, os TOC e os ROC estão preparados para esta grande mudança?
Pelo que me apercebo esta mudança implicará alterações de software de gestão, uma nova fórmula de contabilização que implicará refazer as contas à data de Janeiro de 2009, para se estabelecer a comparação em Janeiro de 2010, para já não falar da eventualidade de algumas empresas terem que investir em hardware.
Talvez esteja a ver mal o problema, mas numa conjuntura como esta não será colocar mais pressão sobre as empresas bem como investimento num momento em que as disponibilidades são as que conhecemos.
Esta alteração afectará a esmagadora maioria dos 94% (265.619) de empresas que facturam até dois milhões de euros, admitindo que os restantes 6% já tenham adoptado estes novos procedimentos.
O que justifica esta pressa que o Governo está a colocar na entrada em vigor deste novo regime?
Também não entendo o silêncio dos TOC e dos ROC, ou estou enganado e será pacifica e sem custos esta profunda alteração.
Estas linhas não têm mais nenhum objectivo do que lançar a discussão, para não deixarmos para a última hora e, à pressa, andarmos a pressionar o Governo para prorrogar este prazo
Este novo normativo irá implicar profundas alterações na contabilidade das empresas, reformulação de processos e sistemas, formação de pessoas e aquisição de novos sistemas informáticos de gestão, será oportuno em contexto de crise económica?
In Jornal de Negócios, 22 de Julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Semana negra para Viseu
A Auto-estrada Viseu Coimbra
É preocupante a forma como o Deputado José Junqueiro chuta para canto a questão da auto-estrada Viseu – Coimbra, dizendo que o PSD está a fazer pressões que põem em causa esta adjudicação.
Em primeiro lugar, que informações tem que nós não temos, para começar a preparar o terreno e imputar responsabilidades a quem não as tem?
Afinal de contas, quem é que está no poder, quem Governa o País, quem tem capacidade de decisão, não é o Partido Socialista?
É bom que esta questão seja esclarecida, que o Primeiro-ministro honre o compromisso assumido com os viseenses na visita ao Distrito que efectuou, ainda recentemente.
Se há assunto que colhe a unanimidade de todos é a auto-estrada Viseu Coimbra, basta percorrê-la no dia a dia e ver os perigos que comporta e constatar a intensidade do tráfego para não duvidar da sua prioridade.
Em segundo lugar, o que tem andado o Governo a fazer ao longo de quatro anos e meio, para deixar para o fim da legislatura a adjudicação de uma obra que já era prioridade do anterior Governo e em que o processo já estava adiantado, faltando apenas promover o concurso público para a adjudicação.
Como tenho denunciado, mais um projecto estruturante com quatro anos e meio de atraso que poderá ficar adiado.
Por último, o que levou o Governo a colocar no mesmo concurso situações tão diversas como a auto estrada Viseu Coimbra, conjuntamente com um lote enorme de outras obras, sempre a velha mania socialista de efectuar concursos de elevado valor para afastar as pequenas e médias empresas do concurso.
É pois urgente que o PS não descarte responsabilidades e diga com clareza se o governo vai ou não adjudicar a auto-estrada Viseu Coimbra e o troço de ligação Mangualde a Canas de Senhorim (IC12), ou se estamos na presença de mais duas promessas não cumprida perante o Distrito.
A Loja do Cidadão no Centro Histórico
Ficámos a saber, por ofício à CMV, que o Governo não vê como prioritária a deslocalização da Loja do Cidadão para o Centro histórico, mais uma má notícia para Viseu.
Aqui está mais um assunto que merece a unanimidade de todos, a Loja do Cidadãos seria uma âncora importante, a par da deslocalização de outros serviços que a CMV já anunciou bem como a dinamização do comércio que está a ser promovida pela Associação Comercial.
Aliás, o grito de alerta lançado pelo seu Presidente, que diz poderem encerrar 30% das empresas deste Centro Histórico até ao fim do ano, deveria ser ouvido pelos vários responsáveis, devíamos estar a assistir à constituição de uma task force para encontrar soluções urgentes, com o Governo à cabeça.
Em vez desta postura, assistimos a um sacudir a água do capote, empurrando para a autarquia o pagamento de investimentos que não são da sua responsabilidade.
Os responsáveis socialistas procuram desculpabilizar o Governo empurrando para a CMV as responsabilidades, é inadmissível.
Como se a resolução deste grave problema que é a desertificação do Centro Histórico passasse por uma cobertura das ruas, é preciso muito mais que isso, as acções não podem ser desgarradas, tem que haver uma actuação concertada que envolva o Governo, a autarquia, a Associação Comercial e os Comerciante, com o apoio activo de todos nós, Deputados e demais políticos com responsabilidades.
Mais uma vez, o PS e os seus responsáveis remam no sentido contrário aos interesses dos viseenses.
Barragem da Nave
Também esta importante infra-estrutura é deixada cair pelo Governo socialista, apesar de ter sido definida como prioritária e decisiva para a produção agrícola na região de Moimenta da Beira, situação assumida por vários governantes ao longo de mais de uma década.
A autarquia fez o seu trabalho, elaborando o estudo prévio, nunca mais soube nada e, através de pergunta ao Governo efectuada por mim, vem agora dizer que após reapreciação a obra não é para fazer e que não está a ser preparada qualquer candidatura ao QREN.
Uma decisão que nos apanha a todos de surpresa, mais uma oportunidade que estamos a perder de aproveitar os fundos comunitários em prole dos nossos cidadãos, sobretudo numa área, a agricultura, que tão depauperada está.
Estou com o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, não podemos baixar os braços.
Em suma, uma semana de más noticias, de um baixar de braços dos responsáveis do PS de Viseu, será fim de ciclo ou já interiorizaram que terá que ser o PSD a assumir o Governo para o distrito de Viseu voltar a ser tratado como merece.
In Diário de Viseu, 16 de Julho de 2009
É preocupante a forma como o Deputado José Junqueiro chuta para canto a questão da auto-estrada Viseu – Coimbra, dizendo que o PSD está a fazer pressões que põem em causa esta adjudicação.
Em primeiro lugar, que informações tem que nós não temos, para começar a preparar o terreno e imputar responsabilidades a quem não as tem?
Afinal de contas, quem é que está no poder, quem Governa o País, quem tem capacidade de decisão, não é o Partido Socialista?
É bom que esta questão seja esclarecida, que o Primeiro-ministro honre o compromisso assumido com os viseenses na visita ao Distrito que efectuou, ainda recentemente.
Se há assunto que colhe a unanimidade de todos é a auto-estrada Viseu Coimbra, basta percorrê-la no dia a dia e ver os perigos que comporta e constatar a intensidade do tráfego para não duvidar da sua prioridade.
Em segundo lugar, o que tem andado o Governo a fazer ao longo de quatro anos e meio, para deixar para o fim da legislatura a adjudicação de uma obra que já era prioridade do anterior Governo e em que o processo já estava adiantado, faltando apenas promover o concurso público para a adjudicação.
Como tenho denunciado, mais um projecto estruturante com quatro anos e meio de atraso que poderá ficar adiado.
Por último, o que levou o Governo a colocar no mesmo concurso situações tão diversas como a auto estrada Viseu Coimbra, conjuntamente com um lote enorme de outras obras, sempre a velha mania socialista de efectuar concursos de elevado valor para afastar as pequenas e médias empresas do concurso.
É pois urgente que o PS não descarte responsabilidades e diga com clareza se o governo vai ou não adjudicar a auto-estrada Viseu Coimbra e o troço de ligação Mangualde a Canas de Senhorim (IC12), ou se estamos na presença de mais duas promessas não cumprida perante o Distrito.
A Loja do Cidadão no Centro Histórico
Ficámos a saber, por ofício à CMV, que o Governo não vê como prioritária a deslocalização da Loja do Cidadão para o Centro histórico, mais uma má notícia para Viseu.
Aqui está mais um assunto que merece a unanimidade de todos, a Loja do Cidadãos seria uma âncora importante, a par da deslocalização de outros serviços que a CMV já anunciou bem como a dinamização do comércio que está a ser promovida pela Associação Comercial.
Aliás, o grito de alerta lançado pelo seu Presidente, que diz poderem encerrar 30% das empresas deste Centro Histórico até ao fim do ano, deveria ser ouvido pelos vários responsáveis, devíamos estar a assistir à constituição de uma task force para encontrar soluções urgentes, com o Governo à cabeça.
Em vez desta postura, assistimos a um sacudir a água do capote, empurrando para a autarquia o pagamento de investimentos que não são da sua responsabilidade.
Os responsáveis socialistas procuram desculpabilizar o Governo empurrando para a CMV as responsabilidades, é inadmissível.
Como se a resolução deste grave problema que é a desertificação do Centro Histórico passasse por uma cobertura das ruas, é preciso muito mais que isso, as acções não podem ser desgarradas, tem que haver uma actuação concertada que envolva o Governo, a autarquia, a Associação Comercial e os Comerciante, com o apoio activo de todos nós, Deputados e demais políticos com responsabilidades.
Mais uma vez, o PS e os seus responsáveis remam no sentido contrário aos interesses dos viseenses.
Barragem da Nave
Também esta importante infra-estrutura é deixada cair pelo Governo socialista, apesar de ter sido definida como prioritária e decisiva para a produção agrícola na região de Moimenta da Beira, situação assumida por vários governantes ao longo de mais de uma década.
A autarquia fez o seu trabalho, elaborando o estudo prévio, nunca mais soube nada e, através de pergunta ao Governo efectuada por mim, vem agora dizer que após reapreciação a obra não é para fazer e que não está a ser preparada qualquer candidatura ao QREN.
Uma decisão que nos apanha a todos de surpresa, mais uma oportunidade que estamos a perder de aproveitar os fundos comunitários em prole dos nossos cidadãos, sobretudo numa área, a agricultura, que tão depauperada está.
Estou com o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, não podemos baixar os braços.
Em suma, uma semana de más noticias, de um baixar de braços dos responsáveis do PS de Viseu, será fim de ciclo ou já interiorizaram que terá que ser o PSD a assumir o Governo para o distrito de Viseu voltar a ser tratado como merece.
In Diário de Viseu, 16 de Julho de 2009
Semana negra para Viseu
A Auto-estrada Viseu Coimbra
É preocupante a forma como o Deputado José Junqueiro chuta para canto a questão da auto-estrada Viseu – Coimbra, dizendo que o PSD está a fazer pressões que põem em causa esta adjudicação.
Em primeiro lugar, que informações tem que nós não temos, para começar a preparar o terreno e imputar responsabilidades a quem não as tem?
Afinal de contas, quem é que está no poder, quem Governa o País, quem tem capacidade de decisão, não é o Partido Socialista?
É bom que esta questão seja esclarecida, que o Primeiro-ministro honre o compromisso assumido com os viseenses na visita ao Distrito que efectuou, ainda recentemente.
Se há assunto que colhe a unanimidade de todos é a auto-estrada Viseu Coimbra, basta percorrê-la no dia a dia e ver os perigos que comporta e constatar a intensidade do tráfego para não duvidar da sua prioridade.
Em segundo lugar, o que tem andado o Governo a fazer ao longo de quatro anos e meio, para deixar para o fim da legislatura a adjudicação de uma obra que já era prioridade do anterior Governo e em que o processo já estava adiantado, faltando apenas promover o concurso público para a adjudicação.
Como tenho denunciado, mais um projecto estruturante com quatro anos e meio de atraso que poderá ficar adiado.
Por último, o que levou o Governo a colocar no mesmo concurso situações tão diversas como a auto estrada Viseu Coimbra, conjuntamente com um lote enorme de outras obras, sempre a velha mania socialista de efectuar concursos de elevado valor para afastar as pequenas e médias empresas do concurso.
É pois urgente que o PS não descarte responsabilidades e diga com clareza se o governo vai ou não adjudicar a auto-estrada Viseu Coimbra e o troço de ligação Mangualde a Canas de Senhorim (IC12), ou se estamos na presença de mais duas promessas não cumprida perante o Distrito.
A Loja do Cidadão no Centro Histórico
Ficámos a saber, por ofício à CMV, que o Governo não vê como prioritária a deslocalização da Loja do Cidadão para o Centro histórico, mais uma má notícia para Viseu.
Aqui está mais um assunto que merece a unanimidade de todos, a Loja do Cidadãos seria uma âncora importante, a par da deslocalização de outros serviços que a CMV já anunciou bem como a dinamização do comércio que está a ser promovida pela Associação Comercial.
Aliás, o grito de alerta lançado pelo seu Presidente, que diz poderem encerrar 30% das empresas deste Centro Histórico até ao fim do ano, deveria ser ouvido pelos vários responsáveis, devíamos estar a assistir à constituição de uma task force para encontrar soluções urgentes, com o Governo à cabeça.
Em vez desta postura, assistimos a um sacudir a água do capote, empurrando para a autarquia o pagamento de investimentos que não são da sua responsabilidade.
Os responsáveis socialistas procuram desculpabilizar o Governo empurrando para a CMV as responsabilidades, é inadmissível.
Como se a resolução deste grave problema que é a desertificação do Centro Histórico passasse por uma cobertura das ruas, é preciso muito mais que isso, as acções não podem ser desgarradas, tem que haver uma actuação concertada que envolva o Governo, a autarquia, a Associação Comercial e os Comerciante, com o apoio activo de todos nós, Deputados e demais políticos com responsabilidades.
Mais uma vez, o PS e os seus responsáveis remam no sentido contrário aos interesses dos viseenses.
Barragem da Nave
Também esta importante infra-estrutura é deixada cair pelo Governo socialista, apesar de ter sido definida como prioritária e decisiva para a produção agrícola na região de Moimenta da Beira, situação assumida por vários governantes ao longo de mais de uma década.
A autarquia fez o seu trabalho, elaborando o estudo prévio, nunca mais soube nada e, através de pergunta ao Governo efectuada por mim, vem agora dizer que após reapreciação a obra não é para fazer e que não está a ser preparada qualquer candidatura ao QREN.
Uma decisão que nos apanha a todos de surpresa, mais uma oportunidade que estamos a perder de aproveitar os fundos comunitários em prole dos nossos cidadãos, sobretudo numa área, a agricultura, que tão depauperada está.
Estou com o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, não podemos baixar os braços.
Em suma, uma semana de más noticias, de um baixar de braços dos responsáveis do PS de Viseu, será fim de ciclo ou já interiorizaram que terá que ser o PSD a assumir o Governo para o distrito de Viseu voltar a ser tratado como merece.
In Diário de Viseu, 16 de Julho de 2009
É preocupante a forma como o Deputado José Junqueiro chuta para canto a questão da auto-estrada Viseu – Coimbra, dizendo que o PSD está a fazer pressões que põem em causa esta adjudicação.
Em primeiro lugar, que informações tem que nós não temos, para começar a preparar o terreno e imputar responsabilidades a quem não as tem?
Afinal de contas, quem é que está no poder, quem Governa o País, quem tem capacidade de decisão, não é o Partido Socialista?
É bom que esta questão seja esclarecida, que o Primeiro-ministro honre o compromisso assumido com os viseenses na visita ao Distrito que efectuou, ainda recentemente.
Se há assunto que colhe a unanimidade de todos é a auto-estrada Viseu Coimbra, basta percorrê-la no dia a dia e ver os perigos que comporta e constatar a intensidade do tráfego para não duvidar da sua prioridade.
Em segundo lugar, o que tem andado o Governo a fazer ao longo de quatro anos e meio, para deixar para o fim da legislatura a adjudicação de uma obra que já era prioridade do anterior Governo e em que o processo já estava adiantado, faltando apenas promover o concurso público para a adjudicação.
Como tenho denunciado, mais um projecto estruturante com quatro anos e meio de atraso que poderá ficar adiado.
Por último, o que levou o Governo a colocar no mesmo concurso situações tão diversas como a auto estrada Viseu Coimbra, conjuntamente com um lote enorme de outras obras, sempre a velha mania socialista de efectuar concursos de elevado valor para afastar as pequenas e médias empresas do concurso.
É pois urgente que o PS não descarte responsabilidades e diga com clareza se o governo vai ou não adjudicar a auto-estrada Viseu Coimbra e o troço de ligação Mangualde a Canas de Senhorim (IC12), ou se estamos na presença de mais duas promessas não cumprida perante o Distrito.
A Loja do Cidadão no Centro Histórico
Ficámos a saber, por ofício à CMV, que o Governo não vê como prioritária a deslocalização da Loja do Cidadão para o Centro histórico, mais uma má notícia para Viseu.
Aqui está mais um assunto que merece a unanimidade de todos, a Loja do Cidadãos seria uma âncora importante, a par da deslocalização de outros serviços que a CMV já anunciou bem como a dinamização do comércio que está a ser promovida pela Associação Comercial.
Aliás, o grito de alerta lançado pelo seu Presidente, que diz poderem encerrar 30% das empresas deste Centro Histórico até ao fim do ano, deveria ser ouvido pelos vários responsáveis, devíamos estar a assistir à constituição de uma task force para encontrar soluções urgentes, com o Governo à cabeça.
Em vez desta postura, assistimos a um sacudir a água do capote, empurrando para a autarquia o pagamento de investimentos que não são da sua responsabilidade.
Os responsáveis socialistas procuram desculpabilizar o Governo empurrando para a CMV as responsabilidades, é inadmissível.
Como se a resolução deste grave problema que é a desertificação do Centro Histórico passasse por uma cobertura das ruas, é preciso muito mais que isso, as acções não podem ser desgarradas, tem que haver uma actuação concertada que envolva o Governo, a autarquia, a Associação Comercial e os Comerciante, com o apoio activo de todos nós, Deputados e demais políticos com responsabilidades.
Mais uma vez, o PS e os seus responsáveis remam no sentido contrário aos interesses dos viseenses.
Barragem da Nave
Também esta importante infra-estrutura é deixada cair pelo Governo socialista, apesar de ter sido definida como prioritária e decisiva para a produção agrícola na região de Moimenta da Beira, situação assumida por vários governantes ao longo de mais de uma década.
A autarquia fez o seu trabalho, elaborando o estudo prévio, nunca mais soube nada e, através de pergunta ao Governo efectuada por mim, vem agora dizer que após reapreciação a obra não é para fazer e que não está a ser preparada qualquer candidatura ao QREN.
Uma decisão que nos apanha a todos de surpresa, mais uma oportunidade que estamos a perder de aproveitar os fundos comunitários em prole dos nossos cidadãos, sobretudo numa área, a agricultura, que tão depauperada está.
Estou com o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, não podemos baixar os braços.
Em suma, uma semana de más noticias, de um baixar de braços dos responsáveis do PS de Viseu, será fim de ciclo ou já interiorizaram que terá que ser o PSD a assumir o Governo para o distrito de Viseu voltar a ser tratado como merece.
In Diário de Viseu, 16 de Julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Frustração
Foram cerca de sete meses de trabalho, 50 reuniões em que se efectuaram 54 audições a 49 depoentes, centenas de horas de trabalho interminável, milhares de folhas de papel.
A opinião pública foi-se rendendo ao trabalho de uma Comissão que estava a cumprir a sua função com celeridade, com dinâmica, trazendo ao de cima um conjunto de informações que permitiam entender melhor o que se passou no BPN.
Ao longo de sete meses nenhum partido criou obstáculos ao trabalho da Comissão, todas as audições foram realizadas com o tempo necessário para apurar a verdade, trazendo ao de cima situações que dificilmente se apurariam.
Relembre-se que esta comissão tinha duas missões fundamentais, aferir se a supervisão, leia-se Banco de Portugal (BdP), tinha actuado convenientemente e se a opção de nacionalização era a única que estava ao alcance do Governo.
Realce-se também que o trabalho desta Comissão era político, a investigação criminal não compete ao Parlamento, cabe ao Ministério Público provar as acusações e ao tribunal julgar.
Quando tudo parecia estar a correr bem, dignificando o Parlamento e o trabalho da Comissão, designadamente com a aceitação, por parte da relatora, de propostas de aditamento ao relatório, todo se alterou quando chegámos às conclusões.
Mais uma vez, a inflexibilidade da maioria socialista, o querer a todo custo ilibar o que já está condenado na opinião pública e que ficou bem evidente nas inúmeras audições, a supervisão do BdP.
O relatório limita-se a referir que o BdP podia ter ido mais longe, quando ficou bem patente que a supervisão deste falhou em toda a linha, no caso do BPN como no BPP e BCP.
Não basta acolher novas ideias para o futuro, é preciso tirar consequências políticas do que falhou, todos os portugueses o esperavam, só o PS não consegue ou não quer ver.
Vitor Constâncio não era o responsável directo mas é o Governador do BdP, logo o principal responsável e como tal tem que ser responsabilizado e não branqueado.
O relatório diz que o BdP “exerceu a supervisão sobre o BPN de forma estreita e contínua”, quando existem sinais evidentes que pura e simplesmente foram ignorados pelo BdP, o que demonstra resignação e benevolência.
Dizem as conclusões que “não permite retirar a ilação de que o BdP terá, de forma directa e intencional, ignorado ou permitido essa situação”, não direi que foi intencional mas que existiram falhas graves na forma omissiva, parece-nos evidente.
Quando o Governador do BdP assume alguma “ingenuidade” para justificar a actuação da supervisão, esta atitude tem que ser consequente e têm que se tirar consequências políticas.
Só é ludibriado quem quer, uma entidade como o BdP tem que dar segurança e antecipar-se às artimanhas, por mais elaboradas que sejam.
O papel do BdP deveria ter sido mais pró-activo e não resignado, pelo que não podemos estar de acordo com estas conclusões.
Por último, quando às condições da nacionalização, conclui-se pela inviabilidade de uma solução diferente mas não se aduzem fundamentos de facto que fundamentem esta afirmação.
Por outro lado não é liquido que se o Governo tivesse negociado o Plano Cadilhe (BPN 23X08) este não tivesse constituído uma alternativa à nacionalização.
Fica, pois, uma sensação de frustração no trabalho desenvolvido pela Comissão de Inquérito à Nacionalização do Banco Português de Negócios, depois de um bom trabalho as conclusões não estão em linha com aquilo que todos vimos e ouvimos.
Resta a cada um tirar as suas conclusões, na próxima legislatura apresentar propostas que permitam melhorar a supervisão.
Só que, neste caso há culpa, há falha da supervisão e essa, … a culpa, vai morrer mais uma vez solteira, o PS perde uma boa possibilidade de dignificar o Parlamento e o trabalho da Comissão.
In Noticias de Viseu, 09 de Julho de 2009
A opinião pública foi-se rendendo ao trabalho de uma Comissão que estava a cumprir a sua função com celeridade, com dinâmica, trazendo ao de cima um conjunto de informações que permitiam entender melhor o que se passou no BPN.
Ao longo de sete meses nenhum partido criou obstáculos ao trabalho da Comissão, todas as audições foram realizadas com o tempo necessário para apurar a verdade, trazendo ao de cima situações que dificilmente se apurariam.
Relembre-se que esta comissão tinha duas missões fundamentais, aferir se a supervisão, leia-se Banco de Portugal (BdP), tinha actuado convenientemente e se a opção de nacionalização era a única que estava ao alcance do Governo.
Realce-se também que o trabalho desta Comissão era político, a investigação criminal não compete ao Parlamento, cabe ao Ministério Público provar as acusações e ao tribunal julgar.
Quando tudo parecia estar a correr bem, dignificando o Parlamento e o trabalho da Comissão, designadamente com a aceitação, por parte da relatora, de propostas de aditamento ao relatório, todo se alterou quando chegámos às conclusões.
Mais uma vez, a inflexibilidade da maioria socialista, o querer a todo custo ilibar o que já está condenado na opinião pública e que ficou bem evidente nas inúmeras audições, a supervisão do BdP.
O relatório limita-se a referir que o BdP podia ter ido mais longe, quando ficou bem patente que a supervisão deste falhou em toda a linha, no caso do BPN como no BPP e BCP.
Não basta acolher novas ideias para o futuro, é preciso tirar consequências políticas do que falhou, todos os portugueses o esperavam, só o PS não consegue ou não quer ver.
Vitor Constâncio não era o responsável directo mas é o Governador do BdP, logo o principal responsável e como tal tem que ser responsabilizado e não branqueado.
O relatório diz que o BdP “exerceu a supervisão sobre o BPN de forma estreita e contínua”, quando existem sinais evidentes que pura e simplesmente foram ignorados pelo BdP, o que demonstra resignação e benevolência.
Dizem as conclusões que “não permite retirar a ilação de que o BdP terá, de forma directa e intencional, ignorado ou permitido essa situação”, não direi que foi intencional mas que existiram falhas graves na forma omissiva, parece-nos evidente.
Quando o Governador do BdP assume alguma “ingenuidade” para justificar a actuação da supervisão, esta atitude tem que ser consequente e têm que se tirar consequências políticas.
Só é ludibriado quem quer, uma entidade como o BdP tem que dar segurança e antecipar-se às artimanhas, por mais elaboradas que sejam.
O papel do BdP deveria ter sido mais pró-activo e não resignado, pelo que não podemos estar de acordo com estas conclusões.
Por último, quando às condições da nacionalização, conclui-se pela inviabilidade de uma solução diferente mas não se aduzem fundamentos de facto que fundamentem esta afirmação.
Por outro lado não é liquido que se o Governo tivesse negociado o Plano Cadilhe (BPN 23X08) este não tivesse constituído uma alternativa à nacionalização.
Fica, pois, uma sensação de frustração no trabalho desenvolvido pela Comissão de Inquérito à Nacionalização do Banco Português de Negócios, depois de um bom trabalho as conclusões não estão em linha com aquilo que todos vimos e ouvimos.
Resta a cada um tirar as suas conclusões, na próxima legislatura apresentar propostas que permitam melhorar a supervisão.
Só que, neste caso há culpa, há falha da supervisão e essa, … a culpa, vai morrer mais uma vez solteira, o PS perde uma boa possibilidade de dignificar o Parlamento e o trabalho da Comissão.
In Noticias de Viseu, 09 de Julho de 2009
Não deixa saudades!
O insólito episódio dos “corninhos” feitos pelo Ministro da Economia Manuel Pinto no debate do Estado da Nação, merecem um breve comentário que é de espanto e, ao mesmo tempo de censura, é inadmissível numa conversa entre dois cidadãos e ainda mais num debate no Parlamento.
A mim não me surpreende, este Ministro convivia muito mal com a crítica, frequentemente fazia chacota com as propostas da oposição, raramente concordava com alguma ideia e era frequentemente deselegante, mesmo grosseiro, com os seus opositores.
Ao longo de mais de quatro anos de debates na Comissão de Economia e no Plenário, vi-me confrontado com atitudes pouco correctas que levaram mesmo alguns colegas a perderem as estribeiras, para além de que nunca respondia às perguntas que lhe eram colocadas.
No último debate, cheguei mesmo a dizer-lhe que tinha aconselhado o Deputado Paulo Rangel a comer papa maizena mas, em bom rigor, o que ele efectivamente precisava era de ter bebido chá em pequenino.
Ao longo de quatro anos foi perdendo todos os combates, embora seja justo reconhecer que era um Ministro voluntarioso, mas sem o mínimo sentido estratégico.
O Bombeiro que corria para todos os grandes incêndios, com rapidez, mas com um simples balde de água.
Desde logo, depois de empossado, assumiu-se como Ministro da Economia e Inovação mas, a realidade é que a Agência de Inovação passou a ser controlada pelo seu colega da Ciência e Ensino Superior e o orçamento igualmente gerido neste Ministério.
Assim, a inovação que deveria ter sido um aspecto central da política do Governo e virada para as empresas, não o foi.
Quando foi aprovado o QREN, se não tivesse ocorrido a remodelação que levou à saída de António Costa, o Ministro da Economia não ficaria sequer no núcleo duro que coordena este fundamental instrumento.
Quando se decidiu a criação do Senhor Lisboa, para o incremento da estratégia de Lisboa, esta competência ficou na alçada da presidência do Conselho de Ministros, quando deveria ter ficado na Economia.
Viveu este Ministro deslumbrado pelas grandes empresas, quer na fase em que todas as semanas anunciavam novos investimentos, quer neste período de grave crise económica.
Em relação às micro, pequenas e médias empresas, demorou mais de três anos a descobri-las e, a partir daí, passou a utilizar a expressão micro e PME, mas sem consequências para o tecido empresarial, só discurso como várias vezes denunciei.
Não deixa, pois, saudades este Ministro embora o seu gesto me tenha obrigado a explicar à minha filha mais nova que nem no jardim-escola aquele gesto é aceitável, quanto mais no Parlamento.
Rei morto, Rei posto, eis que o Ministro das Finanças ocupa a pasta da economia com um sinal positivo e outro negativo.
De positivo, ter começado a sua nova função ouvindo algumas Associações Empresariais, embora ignorando muitas das mais representativas.
De negativo, ter afirmado que vai manter a politica que vinha a ser seguida pelo seu antecessor, estamos esclarecidos, não podemos esperar nada de novo.
Aliás, assuntos fundamentais como o pagamento a tempo e horas às empresas, a extinção do Pagamento Especial por Conta, as Compensações Fiscais e o Pagamento do IVA com o recibo, eram matérias que contribuiriam, e muito, para a melhoria da liquidez das empresas e, há muito estavam ao alcance do ministro das Finanças, tendo este ignorado também as nossas propostas.
Um não deixa saudades, o outro não cria qualquer expectiva para o futuro.
Só mesmo um novo Governo, com nova politica, poderá permitir dar uma nova dinâmica à depauperada economia portuguesa, estou certo que o Governo do PSD será um Governo das micro e das PME, será uma das suas marcas distintivas
In Diário de Viseu, 09 de Julho de 2009
A mim não me surpreende, este Ministro convivia muito mal com a crítica, frequentemente fazia chacota com as propostas da oposição, raramente concordava com alguma ideia e era frequentemente deselegante, mesmo grosseiro, com os seus opositores.
Ao longo de mais de quatro anos de debates na Comissão de Economia e no Plenário, vi-me confrontado com atitudes pouco correctas que levaram mesmo alguns colegas a perderem as estribeiras, para além de que nunca respondia às perguntas que lhe eram colocadas.
No último debate, cheguei mesmo a dizer-lhe que tinha aconselhado o Deputado Paulo Rangel a comer papa maizena mas, em bom rigor, o que ele efectivamente precisava era de ter bebido chá em pequenino.
Ao longo de quatro anos foi perdendo todos os combates, embora seja justo reconhecer que era um Ministro voluntarioso, mas sem o mínimo sentido estratégico.
O Bombeiro que corria para todos os grandes incêndios, com rapidez, mas com um simples balde de água.
Desde logo, depois de empossado, assumiu-se como Ministro da Economia e Inovação mas, a realidade é que a Agência de Inovação passou a ser controlada pelo seu colega da Ciência e Ensino Superior e o orçamento igualmente gerido neste Ministério.
Assim, a inovação que deveria ter sido um aspecto central da política do Governo e virada para as empresas, não o foi.
Quando foi aprovado o QREN, se não tivesse ocorrido a remodelação que levou à saída de António Costa, o Ministro da Economia não ficaria sequer no núcleo duro que coordena este fundamental instrumento.
Quando se decidiu a criação do Senhor Lisboa, para o incremento da estratégia de Lisboa, esta competência ficou na alçada da presidência do Conselho de Ministros, quando deveria ter ficado na Economia.
Viveu este Ministro deslumbrado pelas grandes empresas, quer na fase em que todas as semanas anunciavam novos investimentos, quer neste período de grave crise económica.
Em relação às micro, pequenas e médias empresas, demorou mais de três anos a descobri-las e, a partir daí, passou a utilizar a expressão micro e PME, mas sem consequências para o tecido empresarial, só discurso como várias vezes denunciei.
Não deixa, pois, saudades este Ministro embora o seu gesto me tenha obrigado a explicar à minha filha mais nova que nem no jardim-escola aquele gesto é aceitável, quanto mais no Parlamento.
Rei morto, Rei posto, eis que o Ministro das Finanças ocupa a pasta da economia com um sinal positivo e outro negativo.
De positivo, ter começado a sua nova função ouvindo algumas Associações Empresariais, embora ignorando muitas das mais representativas.
De negativo, ter afirmado que vai manter a politica que vinha a ser seguida pelo seu antecessor, estamos esclarecidos, não podemos esperar nada de novo.
Aliás, assuntos fundamentais como o pagamento a tempo e horas às empresas, a extinção do Pagamento Especial por Conta, as Compensações Fiscais e o Pagamento do IVA com o recibo, eram matérias que contribuiriam, e muito, para a melhoria da liquidez das empresas e, há muito estavam ao alcance do ministro das Finanças, tendo este ignorado também as nossas propostas.
Um não deixa saudades, o outro não cria qualquer expectiva para o futuro.
Só mesmo um novo Governo, com nova politica, poderá permitir dar uma nova dinâmica à depauperada economia portuguesa, estou certo que o Governo do PSD será um Governo das micro e das PME, será uma das suas marcas distintivas
In Diário de Viseu, 09 de Julho de 2009
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